Um modo de ver a vida.

Um modo de ver a vida.

 

Com esses olhos fechados não vejo nada.

Com eles abertos também não...

Isso é a tristeza de quem não tem visão.

 

Mas eu não sou triste,

vejo tudo com essas mãos curiosas

nunca perdi a vaidade

sempre chamei atenção.

 

Na escola briguei com muitos valentões,

aqueles que não suportam ninguém.

Da turma era o mais inteligente,

desse jeito é bom ser diferente.

 

Em casa não tive tratamento especial,

aprendi que ser diferente é normal.

Isto nos tornam especiais,

imagine se todos fossem iguais.

 

Posso não ter a visão,

mas isso nunca foi problema!

Vejo melhor que muita gente.

 

Na verdade das palavras,

adoro cuidar de mim,

pois sou feliz assim.

 

“Não sou diferente,

Apenas mais independente”.

 

Júlio César Teixeira, nascido em Liberdade – MG, aos 17/10/1999, estudante do 3° ano da Escola Estadual Frei José Wulff, em Liberdade – MG, gosta de livros e poesias, sente na poesia uma forma de expressar seus sentimentos.

 

 

 

Todos direitos estão reservados a "Antologia Liberdade dos Poetas" e ao autor  conforme artigo (Lei 9610/98).
 

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