Política Brasileira 2015.

Política Brasileira 2015.

Foto jornal 247.

 

Brasileiros uma nação burra?

Ou adormecida!...

 

                Infeliz a minha comparação com este animal quadrúpede, pois conheço muito bem a raça, originada do cruzamento de Equinos e Jumentos, não possuem nada de burros tamanha a inteligência desta raça. É injusto comparar a situação de desconforto que passamos na política atual e nossa mesmice com esta raça.

                Porque tive a honra de viver na companhia destes animais por anos em minha adolescência, e eu posso afirmar que esta raça é a única que consegue abrir uma porteira rural de fora para dentro, tamanha a sua inteligência. 

                Para inteirar o meu raciocínio inicial, nunca vi um burro tentar passar por um mata burro. “Mata Burro é um ponte feita de pranchões, com espaços entre suas toras, para impedir a passagem de animais entre propriedades de donos distintos.” E pelo contrário, eu já cansei de ver pessoas, veículos e outros elementos conduzidos pelo homem, presos ou caídos nestes tais mata-burros.

                Perdoe-me a sinceridade, mas pelos fatos que acontecem em nosso País, está mais que clara que grande parte da população brasileira, gosta de ficar à mercê da sombra da ignorância, ou se faz de ignorantes perante a oferta de benefícios próprios, e digo por quê?

                No ano anterior, o Brasil passou pela copa do mundo, e antes de seu início, foram vários movimentos, algazarras e manifestações contra a mesma.  Louvável movimento, pois como já dizia João Batista Figueiredo, o último presidente militar. “nosso país não tem condições de receber um campeonato mundial, nossa missão é o bem do povo brasileiro, e sua economia”.

                Mais ou menos foram assim suas palavras: olha que foram palavras ditas por um governo militar ao ter o convite para receber uma copa do mundo no país. Esta era a visão do governo militar, que nossa República lutou para apartar de nossas vidas.

                Entretanto neste nosso governo democrático, os movimentos contra esta copa foram muitos, e o que aconteceu a final de contas?

                Ao invés de estádios vazios, mostrando o brilho do povo brasileiro que era contra o campeonato aconteceu exatamente ao contrário, o campeonato foi um sucesso, graças ao povo brasileiro que encheu os estádios e passou por cima de seus ideais, em prol de um torneio nos quais vinte dois homens correm atrás de uma única bola.

                E para completar nossa imparcialidade dos fatos, logo após as quebradeiras e passeatas para mudanças na economia e na política, a nossa surpresa veio nas urnas eleitorais, com a reeleição do partido atual, não que eu seja a favor de um candidato ou outro.

                Na época era nítido que nossa economia entraria em declínio, e atitudes severas deveriam ser tomadas, porém, para iludir a população, todas as medidas necessárias foram retraídas, e só após os resultados das urnas vieram medidas amargas.

                Cortes em benefícios sociais, o aumento de taxas, aumento de preço em bens de utilidade públicas, e manutenção da tarifa do Imposto de Renda, incluindo mais pessoas na lista da receita democrática do leão.

                Não para por aqui!

                Em nossas casas, quando nosso salário chega, anotamos em nosso caderno ou em nosso computador e encontramos o equilíbrio entre o passivo e o ativo. Se não conseguimos pagar nossas contas, praticamos o velho ato da negociação e parcelamento de dívida.

                Não é meu conselho parcelar dívida, porém se devemos, não temos alternativa para cumprir nossas obrigações. Assim gera nossa economia doméstica.

                Não importa se estamos lidando com o micro ou macro economia, os caminhos são os mesmo para o equilíbrio de nossas contas, apenas muda o valor das cifras.

                Mas na contramão de nossa economia brasileira, as coisas não funcionam assim.

                É só refletirmos em um detalhe simples e compreensível.

                Só no Brasil que a política financeira funciona regida por vontades de incompetência de políticos e corrupção inerente de muitos.

                Vamos refletir então em um foco da economia.

                O petróleo sobe de acordo com o comércio internacional, isso é fato. Pois rege a lei da procura e da oferta.

                Porém em nosso país o petróleo sobe de preço de acordo com a economia mundial, porém quando o preço cai no mundo inteiro, aqui no país ele mantém o preço, ou até mesmo sobe novamente com a desculpa de crise mundial. Isso lembrando que somos praticamente autoeficientes na produção.

                 Entretanto nossa indústria petrolífera tem que se manter altamente lucrativa, para ter uma fonte de retiradas mensais corruptas, e não sou eu que digo, mas sim, a própria imprensa nacional e mundial.

                E nós brasileiros, continuamos acreditar na política nacional e aplaudimos nossa Presidente da República.

                E nossos ideais onde ficam?

                Vamos um pouco além.

                Estamos vivenciando uma das maiores crise hidrográfica nacional.

                Será a verdadeira culpada nosso clima, que por intermédio é administrado por São Pedro?

                Será mesmo que o culpado é Deus?

                É certo que está chovendo menos, porém essa mudança é inevitável, e já há tempos os políticos sabiam disso.

                Mas a falta d’água não é apenas uma questão do tempo, ou da falta de investimentos em barragens ou proteção de mananciais.

                Devemos lembrar que o Brasil é movido pela energia elétrica proveniente quase inteiramente de barragens hidrográficas, e nos últimos anos a economia brasileira teve um crescimento constante. Toda área de nossa economia é diretamente ligada ao consumo energético, tanto para a produção nos campos para os bens alimentícios, ou nas indústrias em geral.

                Se o consumo cresce com a economia emergente, a necessidade da oferta de energia também tem que crescer na mesma proporção.

Isso é fato.

                Porém nos últimos anos, além do investimento medíocre em algumas poucas hidrelétricas, como a de Belo Monte, e outras pequenas em nosso território, que sua produção total não cobre a falta de oferta que necessitamos.

                Quais as outras grandes obras foram anunciadas no país?

                Não possui.

                E se existem estão atrasadas, ou sem linhas de transmissão.

                E se não existem obras energéticas, para não diminuir o lucro das grandes empresas, o que o país faz?

                Mantém suas poucas hidrelétrica em pleno funcionamento, com as comportas de suas turbinas ao máximo, pois o país precisa de energia, e o governo federal não pode assinar seu atestado de incompetência, ao exigir do operador nacional de energia a redução na produção, para priorizar o consumo humano.

                Com esta atitude, os níveis de nossas represas abaixam expressivamente, chegando ao ponto que estamos.

                Pois praticamente acima de todo manancial de recarga hidrográfica para as represas de reserva para o consumo humano, provavelmente existe uma hidrelétrica em operação.

                Podemos ver o caso do Rio de Janeiro que esperou chegar ao volume morto para fechar as turbinas de suas Hidrelétricas, principalmente da represa do rio Paraíba do Sul.

                Para que nossos governantes não assinem o atestado de incompetência administrativa, nós brasileiros temos que pagar mais caro pelo produto que não temos, além de ver a sombra da necessidade batendo em nossas portas.

                Então pergunto.

                Como podemos protestar contra as políticas financeiras, se nas urnas continuamos apoiando os mesmo que aqui estão?

                Como podemos aceitar que nossos impostos crescem? E na mesma proporção ver o crescimento de popularidade de nossos governos?

                 A balança comercial é exata, como as nossas contas em casa, tem que se manter o equilíbrio para que possamos cumprir nossos compromissos.

                Entretanto quem pergunta ou afirma que somos Burros, não sou eu, mas sim nossas políticas públicas e nosso próprio comportamento diante da falta de reação.

                Pois devemos lembrar que no final do ano passado, houve a maior manobra política do país, que enquanto preparávamos para as festividades de final de ano, nossos representantes tramaram pelas costas do povo brasileiro.

                Pois vergonhosamente, aprovaram a redução do superávit do país, assinando aí o nosso atestado de burrice, e o atestado de incompetência de nossos governantes.

                E ainda aceitamos tal manobra, pois os deputados que lá estão, foram eleitos democraticamente por nós.

                Enquanto nós brasileiros comuns, levantamos cedo para trabalhar e cuidar de nossas famílias; existe uma elite no país, “os políticos profissionais”, que pensam a noite toda em proveito próprio, e ainda para piorar a situação, eles conseguem o aval do governo federal em barganhas vergonhosas.

                Não sou eu que digo novamente, basta olharmos a situação da Petrobrás.

                A denunciante quase está sendo crucificada como culpada, porém os denunciados são louváveis pelo governo federal.

                Podemos encontrar esse desvio de valores no país quando lemos na imprensa, que o governo federal ao invés de exonerar a presidente de nossa maior empresa brasileira, a Petrobrás, ela decepciona muitos brasileiros ao dar o seu aval de competência para a mesma.

                Brasil.

                Um país de interesses ou de incompetências?

                Ou infelizmente somos realmente Burros mediante tantas evidências?

                Acho que ainda não perdemos o vínculo do descobrimento do país, pelo qual nossos ascendentes “índios” foram facilmente comprados por bugigangas.

                Por muito menos o pais se manifestou pelo impeachment do Presidente Fernando Collor, orgulhosamente digo que aquela era a minha geração, pois fui um dos milhares que presenciou e vivenciou aquela manifestação na Avenida Paulista em 1992.

                E hoje, muitos aplaudem e ainda louvam a política atual, quais são estes valores que desconheço diante de tantas evidências?

                Dizem que os salários dos aposentados não podem subir igual ao aumento do salário mínimo, por motivo de nossa balança comercial, porém o desfio na Petrobrás nesta última década seria suficiente para cobrir este déficit.  Mas quem tem que pagar esta conta? Somos nós? O povo que trabalha dia a dia para sobrevier.

                Por esta falta de reação da população do país que muitos políticos podem afirmar, que burros, é a nação brasileira...

                Brasil um gigante adormecido.

Leandro Campos Alves.

02/2015.

 

                Leiam a vida de Fernando Collor de Melo em: https://www.escritor-leandro-campos-alves.com/products/fernando-collor-de-mello-por-antonio-gasparetto-junior-/

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