O Viajante

O Viajante

Foto ilustrativa - Kunsthalle de Hamburgo

 

Apresentação.

 

 Poesia.

 

    A poesia, ou texto lírico, é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos ou críticos, ou seja, ela retrata algo em que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor. Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice. O sentido da mensagem poética também pode ser, ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos e a possibilidade desses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.

    Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal). É a arte de poetizar que nos permite exprimir aquilo que está dentro de nós. Também pode ser encarado, como o modo de uma pessoa se expressar usando recursos linguísticos e estéticos.

 

    Estrofe é definida, na poesia moderna, como cada uma das seções que constituem um poema, ou seja cada agrupamento de versos, rimados ou não, com unidade de conteúdo e de ritmo. Apresentada geralmente como sinónimo de estância, difere desta quanto ao grau da referida unidade. Na mancha do poema, aparecem separadas por espaços em branco. Tal configuração retrata a pausa rítmica e lógica, mais evidente na estância do que na estrofe.

 

    Verso são cada uma das linhas que constituem uma estrofe num poema. Existe tanto a poesia prosaica, desprovida de características básicas, isto é, rima, métrica ou mesmo ritmo, quanto a prosa poética, impregnada na poesia. É necessário, contudo, conhecer a técnica adotada pelos clássicos.

 

 

Poesia Épica

 

 

    Em estudos clássicos, a poesia épica (em grego antigo: ἐπύλλιον, plural: ἐπύλλια, epyllia) é um género da literatura que se refere a um poema narrativo relativamente curto (ou episódios discretos dentro de um trabalho mais longo) que mostra afinidades formais com o épico, mas revela uma preocupação com temas e técnicas poéticas que não são, no geral, ou, pelo menos, primariamente características adequadamente épicas.

 

Epopeia

    A epopeia eterniza lendas a um texto em versos, tais como a Ilíada e a Odisseia, os quais têm a sua origem nas lendas sobre a Guerra de Troia. Mais tarde Aristóteles definiu as regras da epopeia a partir da Ilíada, a Odisseia, sendo que estas regras têm de ser cumpridas à risca para serem consideradas uma obra épica.

    A epopeia pertence ao gênero épico. Embora tenha fundamentos históricos, não representa os acontecimentos com fidelidade; geralmente reveste os acontecimentos relatados com conceitos morais e atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento, além de atribuir um caráter quase divino ao herói.

    Epopeia é uma narrativa que apresenta com maior qualidade os fatos originalmente contados em versos. Os elementos dessa narrativa apresentam estas características: personagens, tempo, espaço, ação. Também pode conter factos heroicos muitas vezes transcorridos durante guerras.

    Epopeia é um poema épico ou lírico. Um poema heroico narrativo extenso, uma coleção de feitos, de fatos históricos, de um ou de vários indivíduos, reais, lendários ou mitológicos. A epopeia eterniza lendas seculares e tradições ancestrais, preservada ao longo dos tempos pela tradição oral ou escrita. A epopeia exalta um povo que é representado por um herói (exemplo: Os Portugueses em Lusíadas). Os primeiros grandes modelos ocidentais de epopeia são os poemas homéricos a Ilíada e a Odisseia, os quais têm a sua origem nas lendas sobre a guerra de Troia.

    Segundo Aristóteles, a epopeia é a imitação de homens superiores, em versos com metro único e forma narrativa, diferindo assim das tragédias. As epopeias não possuem limite de tempo ou espaço, tornando-se ilimitadas, diferindo assim das tragédias, que possuem tempo determinado, como por exemplo o período de um dia inteiro.

 

Os Lusíadas

 

    Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a epopeia portuguesa por excelência.    Provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente.

    A obra é composta de dez cantos, 1.102 estrofes e 8.816 versos que são oitavas decassílabas, sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima camoniana. A ação central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história de Portugal, glorificando o povo português.

    Os Lusíadas é constituído por dez partes, chamadas de cantos na lírica;

    . Cada canto tem um número variável de estrofes (em média, 110);

    . As estâncias são oitavas, tendo portanto oito versos; a rima é cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos (AB AB AB CC, ver na citação ao lado);

    . Cada verso é constituído por dez sílabas métricas (decassilábico), na sua maioria heróicas (acentuadas nas sextas e décimas sílabas).

    Sendo Os Lusíadas um texto renascentista, não poderia deixar de seguir a estética grega que dava particular importância ao número de ouro. Assim, o clímax da narrativa, a chegada à Índia, foi colocada no ponto que divide a obra na proporção áurea (início do Canto VII).

    A estrutura interna relaciona-se com o conteúdo do texto. Esta obra mostra ser uma epopeia clássica ao dividir-se em quatro partes:

    Proposição - introdução, apresentação do assunto e dos heróis (estrofes 1 a 3 do Canto I);

    Invocação - o poeta invoca as ninfas do Tejo e pede-lhes a inspiração para escrever (estrofes 4 e 5 do Canto I);

    Dedicatória - o poeta dedica a obra ao rei D. Sebastião (estrofes 6 a 18 do Canto I);

    Narração - a narrativa da viagem, in medias res, partindo do meio da ação para voltar atrás no tempo e explicar o que aconteceu até ao momento na viagem de Vasco de Gama e na história de Portugal, e depois prosseguir na linha temporal.

    Por fim, há um epílogo a concluir a obra (estrofes 145 a 156 do Canto X).

    Camões Lendo «Os Lusíadas» aos Frades de São Domingos (1929), de António Carneiro.

    Os planos temáticos da obra são:

    Plano da Viagem - onde se trata da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia de Vasco da Gama e dos seus marinheiros;

    Plano da História de Portugal - são relatados episódios da história dos portugueses;

    Plano do Poeta - Camões refere-se a si mesmo enquanto poeta admirador do povo e dos heróis portugueses;

    Plano da Mitologia - são descritas as influências e as intervenções dos deuses da mitologia greco-romana na ação dos heróis.

Fonte: Wikipédia

 

O Viajante.

 

    O Viajante, poema composto por quatro contos distintos e o encerramento de orações e milagres, onde o narrador é o próprio Viajante em suas andanças.

    Relata em sua obra causos e histórias de personagens fictícios e algumas reais, passagens vividas pelo autor.

    A obra teve início em 2013 à 2017, ela possui 10.875 versos, 2.022 estrofes em um livro de 420 páginas, contagem pré-oficial.

    Um poema Épico escrito pelo poeta Brasileiro natural da cidade de Liberdade Minas Gerais.  

    O viajante vem para contar a história de superação deste escritor mineiro, que não deixou a dislexia por fim em seus sonhos literários. 

Prêmios, artigos e homenagens.

Imortalidade Acadêmica.

Imortalidade Acadêmica. Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes. Medalha Mérito Acadêmico. Decreto Acadêmico Nº 0430.006/2019         O Presidente da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA, no uso de suas...

Medalha Palatino da Literatura Brasileira.

Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes. Registro de Pessoas Jurídicas nº 15.088 Livro A-2B Cartório do 8º Ofício de Nova Iguaçu – RJ.   Medalha Palatino da Literatura Brasileira.   Medalha Palatino da Literatura Brasileira é uma condecoração criada pela FEBACLA –...

Título de FILÓSOFO HONORÁRIO

Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, sob a proteção da augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente. Registro de Pessoas Jurídicas nº 15.088 Livro A-28 Cartório do 8º Ofício Comarca de Nova Iguaçu – RJ.       O presidente da...

Acadêmico ALPAS 21 está no RankBrasil.

    Leandro Campos Alves é o autor do O Viajante, maior poema brasileiro, com 2.022 estrofes e 10.875 versos.       Sou natural de Liberdade, uma cidade com população estimada de 5.000 habitantes situada no sul da Zona da Mata Mineira.     Nasci no...

Certificado Engenho das Palavras

Agradeço ao Engenho das Palavras, sobre a coordenação da Escritora Miranda May, a certificação do projeto Tecendo Tramas e Dramas, pela qual tenho dois trabalhos selecionados e publicados pela editora Amazon – A Fênix Rediviva.   Os antólogos desta obra só tem a parabenizar a organização do...
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