Maria Nicodemos de souza.

Maria Nicodemos de souza.

Poesia à Janela Nicodemos de Sousa.

 

Na distância dos continentes,

Interagimos com amigos distantes,

como se morassem ao nosso lado,

orgulho em apresentar agora,

dona Nicodemos a poetiza da ilha do fado.

em versos e estrofes ela compõe suas lembranças,

momentos descritos também da época de criança.

ofereço aos leitores amigos,

suas obras e textos abaixo transcritos.

Leandro Campos Alves.

 

 

As obras abaixo são do livro, Poesia à Janela.

A vida sem amizade

A vida sem amizade
É como noite sem luar
Um triste dia sem sol
Ou pássaro sem poder voar

É como uma porta fechada
Uma janela sem vislumbrar
Um jardim sem uma flor
E um coração sem amar

Um céu sem uma estrela
Um rio sem água a correr
E uma grande saudade
Que nos deixa a sofrer



Maria Nicodemos

 

Amizade

 

Amizade é coisa linda
Quando há fraternidade
Sem esse ingrediente
Não pode haver amizade

Amizade é sentir
Um carinho especial
Que todos os dias parecem
Serem dia de Natal

Amizade é querer bem
Como a água quer o mar
E nas horas mais ruins
Nunca o outro abandonar

Também nas de alegrias
Com ele está a sorrir
E se ele está no palco
Com ele vai aplaudir

Amizade é se doar
Sem recompensa esperar
Porque só assim se constrói
Uma amizade para durar.

 

 

 

Maria Nicodemos

 

 

Teus olhos são a claridade
Que os meus faz iluminar
São como o sol pela manhã
Quando se encontra com o mar

Teus olhos que me seguem
Neste meu pobre caminhar
Também são a inspiração
Na hora de poetizar

Teus olhos são a claridade
Entrando na minha janela
Como o sol pela manhã
Quando vaidoso entra nela

Teus olhos são como as ondas
Quando chegando á praia
Seu bem-estar é tão grande
Que de felicidade desmaia

Se olhares para mim
Com esse olhar envolvente
Meu coração balança
Sem vento, só de contente

 

 

Maria Nicodemos

 

 

Quando não te vi chegar

Quando não te vi chegar
Num domingo de Verão
O sol ficou distante
Na companhia da solidão

Quando não te vi chegar
Num domingo de Verão
O sol escondeu-se
Dentro da desilusão

Quando não te vi chegar
Num domingo de Verão
O sol ficou tão pequeno
Que cabia em minha mão

Quando não te vi chegar
Num domingo de Verão
O sol ficou tão triste
Que fez chorar a emoção

Quando não te vi chegar
Num domingo de Verão
O sol disse-me adeus
E eu fechei meu coração

 

 

Maria Nicodemos

 

Coração meu amigo
Companheiro das ocasiões
Estás comigo nas horas alegres
Nas de Tristeza dores e desilusões

Coração meu amigo
Para mim tens muito valor
Só tu me fazes sentir ternura
Olhando uma simples flor

Coração meu amigo
Das horas de alegria
De carinho amor e ternura
Nas de sonhos e fantasia

Coração meu amigo
Como me conheces tão bem
Sabendo que não sou capaz
De fazer mal a ninguém

Coração meu amigo
Não te trato de qualquer jeito
Trago-te sempre guardado
Num cantinho do meu peito

Coração meu amigo
Sempre a me aconselhar
Dizendo-me quando estou triste
Que não é vergonha chorar
 

 Maria Nicodemos

 

 

 

Como tudo se perdeu
O que era um sol ardente
Ficou fusco sem claridade
Num ápice tão de repente

Como tudo se perdeu
O que ás vezes era um céu
Hoje não vislumbro nada
Tudo se tapou com um veu

Como tudo se perdeu
A noite sempre com emoção
Hoje apenas ficando
Uma noite de escuridão

Como tudo se perdeu
Até a música em sintonia
Que a noite era clara
Que parecia um belo dia

Como tudo se perdeu
Mas também se pode viver
Com boas recordações
Que não dão para esquecer
 


Maria Nicodemos

 

 

Atiro todos os meus sonhos
Nas tuas mãos bem abertas
Cheios de boas lembranças
De outras noites despertas

E cheia de sentimentos
E por não as querer esquecer
Atiro de novo meus sonhos
Nas tuas mãos a tremer

E se não queres os meus sonhos
Que podes ao vento atirá-los
Como sendo leves penas
Que não vou apanhá-los

Deixo-os voar errantes
Por cordilheiras incertas
E distraído os aceitas
Com tuas mãos bem abertas
 

 

 

 

Maria Nicodemos

 

 

Chorem meus olhos chorem
Por tanta coisa na vida
Por tanta gente por aí
Meu Deus tão convencida

A humildade é uma virtude
A arrogância um defeito
As duas ja me fizeram 
Doer muito o meu peito

A arrogância porque me olhou
Como sendo uma ninguém
A humildade que me enganou
Quando confiei em alguém

Mar porque isto acontece
Se a humildade é do bem
E quase sempre perdendo
Pela arrogância de alguém

Sempre ouvi dizerem 
Que o bem vence o mal
Mas não é isso que vejo
Como coisa de normal

Será que estou vendo mal
Não encontrando a verdade
E confundi com outra coisa
O que não é humildade

Seja lá o que isso for
Só uma vaidade pode ser
De alguém que ainda tem
Da vida muito que aprender
 

 

 

Maria Nicodemos

 

 

 

 

 

 

 

Nicodemos é moradora da ilha de Funchal.

Funchal é uma cidade portuguesa na ilha da Madeira, capital da Região Autônoma da Madeira e a mais populosa fora do território continental português. A cidade coincide com o seu concelho, e tem 76,15 km² de área e 111 892 habitantes (2011) , subdividindo-se em 10 freguesias. A área metropolitana do Funchal, que inclui os concelhos de Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Santa Cruz e Machico, tem uma população superior a 225 mil habitantes.

O município é limitado a norte pelo município de Santana, a nordeste por Machico, a leste por Santa Cruz e a oeste por Câmara de Lobos, sendo banhado pelo oceano Atlântico a sul. Foi a João Gonçalves Zarco que coube a capitania da cidade em 1424, ano em que se iniciou o povoamento. As ilhas Selvagens, 250 quilómetros a sul do Funchal, pertencem a este município, havendo desta forma descontinuidade territorial.

 Para conhecer mais de suas obras e poemas, convido a todos a fazerem um Tour pela sua página no face, através do link.

 

www.facebook.com/PoesiaJanela

Todos direitos estão reservados a autora, Maria Nicodemos conforme artigo (Lei 9610/98).

 

 

 

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