Lançamento da Antologia Poetas Fazendo Arte nas Gerais.

Lançamento da Antologia Poetas Fazendo Arte nas Gerais.

        Nossos sonhos são compartilhados em nossos versos. 

        E nossos trabalhos em antologias. 

        Merecidamente aplaudimos o belo trabalho de nossa amiga acadêmica Sonia Medeiros, a altura dos trabalhos de nossos confrades. Andrelândia novamente entra na história cultural de nosso país. 

        O lançamento nacional é um sucesso total de criticas e público, com  mais de 43 poetas participantes, sendo muitos já consagrados no meio Literário e integrantes de varias Academias de Letras, a antologia conta com a participação de poetas andrelandenses.

        Parabéns Sonia Mederios Imamura e todos nossos irmãos de sonhos e versos. 

        Parabéns a todos Andrelandenses por abraçar a cultura em nossa região. 

        O dia 16 de julho de 2016 ficará marcado na história Literária de nossa região.

 

Meu trabalho que faz parte da antologia:

 

Sonetos da Trilogia.

 

Soneto a Felicidade.

 

Algumas vezes me perco em meus sentimentos,

ando dentro de meus pensamentos,

e vejo os meus lamentos.  

 

Lembro-me da felicidade...

Mas qual felicidade?

Sei lá...

Pois se um dia a senti agora não me lembro.

 

Qual o gosto deste sentimento?

 

A infância passou,

a idade com tempo chegou,

e a vida a alegria de mim levou.

 

Mas...

Como uma fênix,

após anos de dormência,

senti a sua leve presença.      

 

 

 

A Morte do Soneto.

 

Após duas palavras mal colocadas digo...

O que será felicidade?

Para ela existe idade?

 

Senti um pouco de euforia como uma tempestade,

que veio em minha plena maturidade,

anos após a minha mocidade.

Mas digo...

 

O que será felicidade?

 

Será ela tão frágil assim?

Como um sapato de cristal! ...

Que quando novo é reluzente,

liso e transparente.

 

Se assim for então, hoje certo eu digo.

Meu cristal não é mais liso...

O caminho da vida o arranhou, feriu e apagou.

A vida então a felicidade de mim levou.

 

                   

A Morte do Dueto.

 

 

Meus lábios não sabem mais sorrir.

Hoje eu descobri,

que a felicidade foge de mim.

 

Pois então digo...

Aonde anda a minha felicidade?

Ela existe de verdade?

Será ela apenas uma amizade?

 

 

Não digo isso por lamento,

entenda meu pensamento,

Será ela coisa de momento?

 

Digo então...

Meu cristal não mais reluz.

A felicidade como ela não mais me seduz.

Vou catar os cacos e tentar recompor a sua luz.

Leandro Campos Alves.

 

 

        Uma particularidade que vou revelar agora deste trabalho é que a trilogia dos sonetos é um único poema, usando a Liberdade poética, destruí a estrutura do soneto propositalmente, os subtítulos dos poemas revelam esta particularidade.

            Para compreendermos a profundidade do poema, pasta-nos lê-lo diretamente, sem títulos e subtítulos. 

 

Sonetos da Trilogia.

 

 

Algumas vezes me perco em meus sentimentos,

ando dentro de meus pensamentos,

e vejo os meus lamentos.  

 

Lembro-me da felicidade...

Mas qual felicidade?

Sei lá...

Pois se um dia a senti agora não me lembro.

 

Qual o gosto deste sentimento?

 

A infância passou,

a idade com tempo chegou,

e a vida a alegria de mim levou.

 

Mas...

Como uma fênix,

após anos de dormência,

senti a sua leve presença.      

 

Após duas palavras mal colocadas digo...

O que será felicidade?

Para ela existe idade?

 

Senti um pouco de euforia como uma tempestade,

que veio em minha plena maturidade,

anos após a minha mocidade.

Mas digo...

 

O que será felicidade?

 

Será ela tão frágil assim?

Como um sapato de cristal! ...

Que quando novo é reluzente,

liso e transparente.

 

Se assim for então, hoje certo eu digo.

Meu cristal não é mais liso...

O caminho da vida o arranhou, feriu e apagou.

A vida então a felicidade de mim levou.

 

Meus lábios não sabem mais sorrir.

Hoje eu descobri,

que a felicidade foge de mim.

 

Pois então digo...

Aonde anda a minha felicidade?

Ela existe de verdade?

Será ela apenas uma amizade?

 

Não digo isso por lamento,

entenda meu pensamento,

Será ela coisa de momento?

 

Digo então...

Meu cristal não mais reluz.

A felicidade como ela não mais me seduz.

Vou catar os cacos e tentar recompor a sua luz.

Abraços poéticos.

Leandro Campos Alves.

julho de 2016

 

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