Coletânea Internacional Inspiração

Coletânea Internacional Inspiração

Coletânea Internacional Inspiração.

 

Organização:

Rozelia Sheifler Rasia

IIda Maria Costa Brasil

 

Autora Homenageada:

Cida Camargo.

 

ALPAS 21

Edição 2018.

 

Sumário

Cida Camargo

Rozelia Scheifler Rasia

Conselho Editorial ALPAS 21

Resultado do 28º Concurso de Poesia, conto e Crônias.

 

Poesias:

Adail Alencar

Adélia Einsfeldt

Aderbal Basto Barroso

Adriana Pavani

Adriano Luís Turelli Spezia

Aldemir Lencini

André Anlub

Angelo Rizzi

Antonio Donizeti da Cruz

Auri Antônio Sudati

Beatriz Dutra

Benedito Pereira da Costa

Benilda Armani

Bernadete Saidelles

Beth Linke

Carlos Vicente Fagundes do Amaral

Cecilia Pires

Cecy Barbosa Campos

Claudio Trindade

Condorcet Aranha

Daciur Amaro dos Reis

Dalvina Fagundes Ebling

Daniela Prado

Décio Mallmith

Diana Balis

E Campel

Eliane Tonello

Elizabeth Cantarelli

Elza Pinto Alemão

Eva Maria Martins Viégas

Fatima Mardini

Fátima Segatto

Francisco Silva

Geraldo José Sant’Anna

Gertrudes Greco

Giovani Pasini

Humberto Napoleón Varela Robalino

Ilda Maria Costa Brasil

Isabel C S Vargas

Jacira Pedroso

João Cesar Flores

João Riél Manuel Nunes Vieira Telles De Oliveira Brito

José Airton Mellega

José Aldomar de Castro

José Hilton Rosa

Jussara Gabin

Jussara Zanatta

Leandro Campos Alves

Leonir de Lurdes Batista

Lin Quitino

Liz Rabello

Lourdes Morales Dallacosta

Lucas Lahissane Silvestre

Luciane Fernandes Rodrigues

Mara Pittaluga

Marcos Pereira dos Santos

Mardilê Friedrich Fabre

Maria Bernadete de Lima

Maria Lêda Lóss dos Santos

Maria Teresa Freire

Mariano Errecar

Marlene B. Cerviglieri

Neusa Canabarro

Newton Vieira

Nurimar Bianchi

Pedro Feitosa

Priscila Keitel

Rodrigo Feio Dias

Rozelia Scheifler Raisa

Soninha Porto

Sueli Terezinha Müller

T. Cancia

Teresinha Couto

Teresa Diaz Sánchez

Valdemar Alves Jr.

Vilma Farias Guerra

William Farias

               

Contos

 

Analu Brettas

Antônio C.A. Bueno

Auri Antônio Sudati

Carmem Gomes

Érika Lourenço Jurandy

Flávio Luiz Pansera

Gisele da Rocha

Hazel de São Francisco

Helena Heloisa Manjourany

Jéssica Razia

Jones Sebastião Nunes de Moraes

Joaquim Moncks

Maria Costas Mecking

Mitiko Une

Rosa Fonseca

Rozelia Scheifler Rasia

Sérgio Olímpio Viégas da Silva

Teresa Diaz Sánchez

Valdo Barcelos

 

 

Crônicas

 

Benedito Pereira da Costa

Daniela Prado

Darcy Pinheiro

Elizabeth Remor Krowczuk

Eva Maria Martins Viégas

Ge Fazio

Giovani Pasini

Glaura Hilário Brockstedt

Iran de Lima

José Aldomar de Castro

Maria Teresa Freire

Maritza Maffel

Raquel Brum Rodrigues

Rejane Bonadimann Minuzzi

Rhaoni Batista da Silva

Rogério Fernandes Lemes

Romulo Seitenfus

Rubens Bittencourt

Silvio Parise

Vera Salbego

 

Artigos

 

Carine Nascimento da Silva

Aimê Cunha Arruda

Magali Kellermann

Vaneza Cauduro Peranzoni

Fabiane da Silva Veríssimo

Ieda Márcia Donati Linkck

Leandro Renner de MOURA

Fabiane da Silva Veríssimo

Ieda Márcia Donati Linck

Vanessa Steigleder Neubaer

Fabiane da Silva Veríssimo

Ieda Márcia Donati Linck

Maria Aparecida Santana de Camargo

Rosane Felix

Joaquim Moncks

Maria Beatriz Chini Eifert

Maria Dulce Bosa

Bruno Mello Correa de BarroMaria Aparecida Santana Camargo

Mariela Camargo Masutti

Rozelia Scheifler Rasia

 

 

Páginas 98 e 99.

Leandro Campos Alves.

Poema finalista classificado entre os três primeiros.

 

 

Um dia eu amei.

 

Um dia eu amei.

Ah! Amei profundamente,

meus sonhos, minha família, minha gente.

 

Amei o tempo,

com se o amanhã não fosse existir mais.

Amei as pessoas como se todos fossem iguais.

Amei a vida como se o amor fosse sempre eterno.

 

Ah!...

Como eu amei.

 

O mundo parecia ser diferente.

As pessoas eram amáveis e sinceras.

O ar era puro e a natureza cantava,

e aos nossos olhares encantava.

 

Um dia eu amei.

Amei as palavras proferidas por todos.

Mesmo que elas fossem carregadas de repreensão.

 

O tempo passou,

e com ele talvez este amor puro levou.

 

As pessoas não são as mesmas,

o mundo não é mais o mesmo.

Minha vida não flutua nos sonhos,

não traz o cheiro da paz.

Não sinto o calor do amor.

 

Um dia eu amei imensamente,

e mau me lembro de seu gosto.

 

Ah! Se eu soubesse o que se perdeu,

talvez conseguisse plantar o amor novamente.

E ver as pessoas se abraçarem,

e se amarem plenamente.

 

Gostaria de sentir nos olhares das pessoas,

e neles a sinceridade do amor.

Ver as casas dormirem de portas abertas

com as janelas semicerradas.

Ver o sorriso das crianças e seus tropeços nas ruas.

Ouvir serenatas de amor.

 

Mas o que é mesmo esta tal Serenata?

 

O tempo passou,

mas sei que um dia eu amei profundamente,

a vida, os amigos,

o mundo sem diferenças e crenças.

 

Mas hoje tudo é lembrança,

tudo é saudade,

tudo é apenas...

Tudo, ou quem sabe?

O nada...

 

Um dia sinceramente amei,

ou acho que amei...

Não sei...

Pois o tempo passou,

e com ele os sentimentos do mundo levou.

 

Um dia acho que amei...

Poema: Um dia eu amei

Leandro Campos Alves.

ISBN: 978-85-93147-23-4

 

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