Casa das Rosas - Haroldo de Campos.

Casa das Rosas - Haroldo de Campos.

        Este projeto eu tenho o carinho em divulgar, sua essência tem como fundamento o apoio aos novos escritores, poetas e trovadores.

        Um site que responsavelmente apresenta caminhos, regras, saraus e uma diversidade cultural incrível.

        Nossa literatura cresce com projeto que vem a somar, pela qualidade, apoio aos novos escritores e responsabilidade das matérias divulgadas.

        Aos idealizadores do site “Casa das Rosas” recebam meu abraço fraterno.

 

Leandro Campos Alves.

Agosto de 2016.

 

Casa das Rosas.

 

        Se você gosta de escrever, sonha em se tornar escritor, tem um projeto literário ou simplesmente é apaixonado por literatura, o Centro de Apoio ao Escritor pode ajudá-lo de muitas maneiras. Nossa proposta é contribuir para a sua formação como autor e orientá-lo nos possíveis caminhos dessa complexa e fascinante carreira literária, seja na escrita criativa, ou nas atividades de crítica, editorial, mediação de leitura e pesquisa. Você poderá frequentar gratuitamente nossos cursos, oficinas, palestras, fóruns, simpósios e saraus, sempre com escritores e profissionais do mercado; e também vai encontrar neste site muitas ferramentas para acompanhá-lo e estimular sua criatividade. 

 

Acessem o link e conheçam o site “Casa das Rosas”: www.casadasrosas.org.br/centro-de-apoio-ao-escritor/

 

 História do nascimento desse Belo Projeto Cultural:

 

Em 1928 o escritório do arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo já era tido como o mais famoso e reputado da área na América Latina. Projetou e executou a construção de diversos prédios de importância histórica hoje, tais como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal, o Prédio da Light e o Mercado Público de São Paulo. Projetou também a Casa das Rosas, uma mansão em estilo clássico francês com trinta cômodos, edícula, jardins, quadras e pomar na Avenida Paulista, local que reunia a maioria dos milionários barões do café. 

A mansão foi concluída em 1935. Lá, os herdeiros de Ramos de Azevedo viveram até meados dos anos 1980. Por essa época, a Avenida Paulista já não era mais a mesma. A Casa das Rosas já dividia espaço com prédios comerciais, bancos, edifícios modernos e o característico trânsito de pessoas e veículos. Ameaçado de demolição, o casarão foi preservado em ação inédita no Brasil. Na parte do terreno que dá para a Alameda Santos, foi liberada a construção de um moderno edifício comercial enquanto a casa foi restaurada e transformada pelo Estado de São Paulo em espaço cultural, inaugurado no ano do centenário da Avenida Paulista, 1991.  

A avenida que fora aberta pela riqueza agrária havia se transformado na via dos casarões dos industriais e logo em seguida na avenida do mundo das finanças, dos prédios modernos e de bancos suntuosos. Eleita pela população da cidade como símbolo de São Paulo, certamente a Paulista é a “perfeita tradução” da história econômica da cidade e do país. Da agricultura à indústria, e dessa ao mercado financeiro, em menos de um século. Em 1991 a Paulista já estava claramente se convertendo na avenida da cultura, transformação que as últimas décadas testemunharam. Museus, livrarias, salas de cinema e de teatro, parques e jardins, rosas, flores e estátuas foram se multiplicando para tornar a Avenida Paulista uma atração cultural ímpar na cidade. 

Levando-se em conta a estrutura urbana da avenida e seu entorno, podemos dizer que a avenida mais paulista da cidade transformou-se em um dos espaços de cunho democrático, onde todas as manifestações têm vez, representando na dinâmica da cidade um grande fórum de debates. Evidencia-se tanto lutas pela inclusão como é o caso da Parada Gay que celebra a diversidade, dado ao enorme público que congrega, bem como questões tradicionais como a comemoração do Natal e Ano Novo, à qual convergem multidões. É nesse cenário chamado Avenida Paulista que a Casa das Rosas permanece um legítimo representante da arquitetura paulista como símbolo e referência de memória do cotidiano e das transformações da cidade e modos de vida. 

E é nesse contexto que a Casa das Rosas, desde a sua reinauguração como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, no final de 2004, tem oferecido à população de São Paulo cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, etc. Transformou-se, portanto, em um museu que se notabiliza pelo trabalho de difusão e promoção da literatura de escritores muitas vezes deixados de lado pelo mercado e pela oferta de oficinas e cursos de formação para aqueles que pretendem se tornar escritores ou aprimorar sua arte.

A resposta da população tem sido surpreendente. Das cerca de 8o mil pessoas que visitam a Casa das Rosas anualmente, a grande maioria é composta por frequentadores dos seus cursos e eventos literários. Sucedem-se os relatos de pessoas das mais variadas formações, idades e nível social que se iniciaram na literatura por meio dos trabalhos na Casa das Rosas. Abundam os relatos de escritores já bastante conhecidos de que a sua participação nos eventos da Casa estimulou o seu trabalho. Trata-se de um local que estimula as tendências mais claras da cultura paulistana: a mescla de erudição, oferecida nos cursos e palestras, e do espírito revolucionário, estimulado por meio do convite à apresentação de inúmeros artistas, poetas, músicos, dramaturgos, escritores em geral, que podem, neste espaço, democraticamente, expor suas experimentações.

 


 

MISSÃO

“Promover o conhecimento, a difusão e a democratização da poesia e da literatura, incentivando a leitura e a criação artística, preservando e problematizando o patrimônio histórico-cultural que abriga, tanto o arquitetônico quanto o acervo Haroldo de Campos”.

 



Principais Diretrizes



1. Tornar a Casa das Rosas, “museu de si mesma”, conscientizando o público para a importância da preservação do patrimônio histórico e cultural da cidade.

2. Apoiar a criação literária em todas as suas etapas, propiciando, desde ao iniciante até ao escritor já consagrado, capacitação técnica e recursos de profissionalização.

3. Constituir um núcleo de preservação, investigação, reflexão, documentação e difusão da obra do poeta e ensaísta Haroldo de Campos que sirva como referência indispensável, nacional e internacional.  


Fonte: Casa das Rosas

Link: www.casadasrosas.org.br/institucional/

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