Bodas.

 Bodas.

 Bodas.



Não quero o seu sacrifício,
quero a sua felicidade.
Por isso eu me realizo,
com a nossa cumplicidade.

Digo isso com a certeza,
porque não vejo só a sua beleza.
Temos uma afinidade,
que foge a realidade,
das razões da nossa sociedade.

Nossa amizade é de alma,
e isso me acalma.
Quero muito bem a você,
por isso lhe dedico este poema,
com este belo tema.

Você não é só uma simples mulher,
esposa, mãe ou companheira.
Você é a pessoa,
que escolhi como minha metade, 
para toda eternidade.

Por isso além de te amar,
quero deixar em versos meu registro,
o tamanho de nosso amor,
que sobrevive após tantos anos de casados,
sempre juntos e ligados.
Por este forte laço, 
deixo este poema,

                                 para ficar eternizado.                                 

                              

 Leandro Campos Alves.

Poema da antologia Além do Olhar.

ISBN: 978-85-8290-025-3

2014

 


 

Obrigado aos meus amigos leitores pela visita, e fiquem com Deus.

 

 
Número de páginas: 103 

Edição: 1(2015) 

Formato: A5 148x210 

Coloração: Preto e branco 

Acabamento: Brochura c/ orelha 

Tipo de papel: Offset 90g
 

Meus Poemas.

Soneto Tempo

O tempo abranda a dor, cura o corte, cicatriza as lembranças, acalenta a morte, nos enche de esperanças.   O tempo abranda o passado, cura a ferida, apaga o que era errado, harmoniza o presente da vida.   O tempo é o único remédio, que abranda a desilusão, e faz renascer uma nova...

Declarações.

  Se um dia eu amei... Se um dia te conquistei... Digo a ti amor eterno, que minhas declarações são simples palavras, e não mostram o tamanho de meu sentimento.   Como frases jogadas ao vento, elas percorrem espaços, territórios e sonhos. Voam nas asas das promessas, mesmo assim, não...

Noites eternas.

  O silêncio da noite na cidade não será mais o mesmo. As ruas não terão na madrugada, o sons de seus passos solitários. A noite não trovoará a voz da sua amizade. O cambaleio do solitário sonhador, não terá mais sua maestria.   Nossas noites ficarão mais frias, as lembranças serão...

Fogão a Lenha.

Foto arquivo pessoal Gisele C. de Souza   Lembro claramente, daquele fogão de lenha. vermelho reluzente, com chapa negra e bem quente. Sua fumaça sai calmamente, pela chaminé que ficava a sua frente.   Construído sobre o chão liso, verde era a cor daquele piso.   Em pé ao seu...

Despedida.

Sonhei com a morte, acordei para vida. Vi sonhos morrerem com tempo, mas vi o tempo ressurgir em mim.   Com pensamento sempre no futuro, esqueci de viver o presente. Passei a sonhar com o passado, e a vida? Simplesmente passava.   Vi amigos partirem, vi a morte de perto, e...
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