Acróstico para Álvares de Azevedo, por Leandro Campos Alves.

Acróstico para Álvares de Azevedo, por Leandro Campos Alves.

Acróstico para Álvares de Azevedo.

 

Alma de poeta,

Livre como uma criança.

Viveu no Rio de Janeiro

Álvares de Azevedo.

Romancista, poeta e cronista,

Eis que morreu cedo.

Saudoso menino Paulista.

 

Deixou vários poemas e manuscritos,

E só uma por ele preparada para ser publicada.

 

Após sua morte nasceu a “Lira dos vinte anos”.

Zanzando em seu cavalo um tombo levou.

E após a uma cirurgia sem anestesia.

Visivelmente ele se desfaleceu.

com seus vinte anos, Azevedo morreu.

Dedico a este grande poeta,

Os versos acrósticos aqui redigidos.

 

Leandro Campos Alves.

14 de setembro de 2014.

 


 

Obrigado aos meus amigos leitores pela visita, e fiquem com Deus.

 

 
Número de páginas: 103 

Edição: 1(2015) 

Formato: A5 148x210 

Coloração: Preto e branco 

Acabamento: Brochura c/ orelha 

Tipo de papel: Offset 90g
 

Meus Poemas.

Brumadinho.

Sombra a morte, no vale do desespero. Estrondoso dia, de lama, dor e enterro.   Fúria da natureza, na ruptura da obra humana. Desrespeito da força estática, levando no torso a dor, água e lama.   O vale se faz noite, o choro ecoa e reclama. A saudade daqueles, que deixou aqui quem os...

Grande final da Liga Mantiqueira de Motocross, em Liberdade MG.

        O ronco dos nossos motores, chora em silêncio a sua partida. Valeu Companheiro.                           Gabriel Ribeiro #13 Autor da Frase: Leandro Campos Alves.   Homenagem...

A morte!

A morte expressa o medo. Mas que medo? Medo do que? Nascemos e somos levados ao batismo, cremos em Cristo, na ressurreição e na vida eterna. Então não seria a morte a consagração do que na vida esperamos?   Aos que vão, o silêncio! Aos que ficam, o choro! Aos incrédulos, a desilusão!   A...

Silêncio

O pensamento voa, na calada da noite. E no silêncio do dia! Meu peito agoniza.   Os momentos da vida, ficam restrito nas lembranças. O tempo com a vida passa, e envelhecemos com ele.   Com o amadurecimento... Sinto a frieza da alma, na quietude do seu silêncio.   Sombrio...

Soneto de la vida

Nuestros cuerpos entrelazados, sin remordimiento y pecado, me lleva al éxtasis del placer, al poseer usted.   Gritamos y amamos, El placer rompe el silencio de la noche, como la propia noche, que se pierde al amanecer.   Las memorias permanecen, sin miedo y consecuencias, sin hijos o...
1 | 2 | 3 | 4 | 5 >>