Acadêmico ALPAS 21 está no RankBrasil.

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    Leandro Campos Alves é o autor do O Viajante, maior poema brasileiro, com 2.022 estrofes e 10.875 versos.

 

    Sou natural de Liberdade, uma cidade com população estimada de 5.000 habitantes situada no sul da Zona da Mata Mineira.

    Nasci no dia 02 de Julho de 1972.

    Moro atualmente em Caxambu no sul do estado de Minas Gerais, cidade na qual é considerada a maior cidade hidromineral do país, ou porquê não dizer do mundo.

    Quanto mudamos para uma outra cidade é normal dizer que escolhemos a cidade para morar. Porém com Caxambu para mim foi ao contrário, foi ela que me recebeu em seus braços. 


    Sou Funcionário Público Estadual por função e “Escritor por Superação”.

 

    “O Viajante” foi um presente que recebi de Deus, pois sinto-me uma pessoa privilegiada por receber um trabalho desta magnitude.

 

    Quando comecei a compor o poema, eu não tinha ideia do tamanho que ficaria a obra, eu apenas transcrevia verso após verso, estrofe após estrofes para as páginas de meu computador, dando início assim a um trabalho que só tomei mesmo a noção de seu tamanho quanto atingiu 300 páginas e ainda tinha muita inspiração a escrever.

    Comecei a construir o poema logo após o lançamento de meu primeiro romance intitulado “Instinto de Sobrevivência”, isso no final do ano de 2013, finalizei a obra em 2017, totalizando quatro anos de uma trabalho prazeroso e surpreendente.

    Ao terminar de compor o poema, descobri pela sua estrutura contextual que “O Viajante” era um poema Épico, que além de seu potencial literário ele poderia fazer história pelo seu tamanho.

     O Viajante não foi para mim um trabalho árduo, e sim, prazeroso, digo que a minha principal dificuldade que encontro em compor as minhas obras é conhecida por Dislexia, um transtorno genético de linguagem que estima-se acometer até 17% da população do mundo, por isso cito acima que sou escritor por superação.

    O poema em si surgiu naturalmente, sem forçar nada, sem ter um objetivo maior, eu apenas queria construir um poema que cativasse o leitor, que levasse o mesmo a ter a curiosidade de saber o que aconteceria nos próximos versos, com uma linguagem simples, uma construção contextual objetiva e intrigante.

    Por que não dizer? Apaixonante.

    Sabe quando você se entrega a inspiração, quando tudo vem à sua mente em um piscar de segundo, quando as palavras surgem em seu vocabulário sem você nem mesmo conhecer o significado delas, e só descobre depois de uma pesquisa no dicionário? Foi mais ou menos assim.

    Quando compus a obra, o mundo se distanciou de mim literalmente, pois entrei em um estado de paz, concentração, harmonia e inspiração que só me traz uma certeza.  “O Viajante” foi um dos maiores presentes que ganhei de Deus, pois foi  Ele que conduziu meus pensamentos e minha inspiração.

    A primeira edição da obra foi publicada em julho de 2017.

    “O Viajante” como o próprio nome sugere, é um jovem que encontra em suas andanças pessoas que lhe faz de ouvinte para seus desabafos, revelando-o histórias de suas vidas, algumas história tristes, outras radiantes, e algumas bem intrigantes.

    Posso ainda revelar que o livro é composto parte da história por ficção e a outra parte realidade, pois algumas destas histórias que “O Viajante” revela, realmente foi parte de minha vida que as transformei neste contagiante poema.

    A vida é bem curiosa, e digo que sempre, “que Deus escreve certo por linhas tortas, porém Ele me fez escrever errado em linhas retas”.

    Quando criança escrevi meu primeiro poema de amor, que escrito em um papel de embrulho de pães eu pedi para uma amigo que entregasse a amada, fiquei escondido atrás de um poste de luz para ver a reação da jovem menina, esperava tocar seu coração, mas com tantos erros de português só ouvi chacotas.  Prometi então nunca mais escrever, pois a lembrança do primeiro amor não foi uma experiência boa para mim.

    Depois disso só voltei a escrever outro poema por obrigação, isso no quinto ano escolar valendo nota para a matéria de português e medalha para os primeiros colocados, poema este que com a correção ortográfica feita por um amigo me surpreendeu, pois entre tantos alunos bons na sala o meu poema ficou classificado em segundo lugar.

    Mesmo assim não continuei.

    Tentei escrever um romance em um caderno, mas estava difícil... Pois nem eu mesmo consegui entender minha letra.

    Depois de casado tive meu primeiro contato com o computador, e descobri um tal programa chamado world que trazia nele uma auto correção ortográfica. Vi que nem tudo estava perdido.

    Resolvi fazer o concurso do ENEM para tentar uma formação superior, foi naquela prova que tudo começou a mudar, pois mesmo após quase vinte anos afastado dos estudos e com a dislexia na minha vida, surpreendi a todos ao atingir 740 pontos na redação.

    Movido pela história de vida contada no livro “O Caçador de Pipas”, parei um dia na frente do computador e comecei a escrever apenas algumas linhas sobre a minha visão da História do Cristianismo. No início pensei em pequenos texto, que viraram capítulos e depois volumes, hoje totalizando em 06 volumes que ainda não foram publicados por serem muito polêmicos ao falar da realidade da fé.

    Ao mostrar a obra à minha esposa e a um casal de amigos, eles foram unânimes em falar que eu tinha que publicar o livro, mesmo com os erros de português.

    Eu não quis publicá-la por dois motivos, o primeiro que o leitor não merece ler um texto com erros, e o segundo motivo era que eu precisaria de ter tempo suficiente para debater a polêmica do livro.

    Foi aí que construí o Romance “Instinto de Sobrevivência” e com ajuda de minha esposa Rosilene, e de uma grande amiga e incentivadora chamada Nádia Gonçalves, que abraçou meu sonho e fez a correção de meus primeiros livros a serem publicados, eu nunca mais parei de escrever.

    Agora se perguntar-me o motivo de eu escrever?

    Meu maior motivo é deixar um exemplo de vida e superação aos meus filhos e descendentes, para que eles tenham orgulho deste pai e amigo, mostrando assim a eles, que com fé e trabalho tudo é possível.

    Ao mundo quero deixar minha humilde história, a história de um jovem que sofria “bullying” na escola e na vida, por não saber escrever e falar direito, chegando ao extremo de ouvir um dia um mestre me falar, “que eu teria que viver no meio dos índios, pois se nem escrever e falar direito eu sabia, com certeza eu nunca seria alguém na vida”.

    Aos amigos e leitores eu deixo minha obra para reflexão.

   

 “Pois um dia falaram aos meus pais que eu não andaria! Eu andei.

    Falaram que eu não falaria! Eu falei.

    Falaram que eu teria que estudar em escola para pessoas especiais! Eu estudei toda minha vida em escolas públicas.

    Falaram que eu não seria alguém na vida! Posso ainda não ser alguém, mas hoje eu deixo minha história marcada na vida da humanidade através de minha teimosia e fé”.

 

    A dislexia não é uma deficiência, apenas me faz viver de uma forma diferente.

Edição junho de 2019.

Cruz Alta / RS.

Prêmios, artigos e homenagens.

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Finalista Nacional da Antologia “Agora Eu Sou - Contos e Crônicas da Superação", organizada pelo Engenho das Palavras, com o conto “A vida do João”. João o menino que não sabia falar e nem escrever, que passou toda a vida trocando as letras, está vai viajando e ganhando seu espaço no mundo...

31º Concurso Internacional de poesias, Contos e Crônicas.

    Três trabalhos avaliados e três classificações em Destaque, em três categorias distintas.     A Deus dou graças, aos amigos e familiares meu abraço fraterno, a ALPAS21 minha gratidão.     31º Concurso Internacional de poesias, Contos e Crônicas –...

Votos de Congratulações ao ilustre Acadêmico Escritor Leandro Campos Alves

Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes. Entidade Mantenedora: Associação Cultural de Ciências, Letras e Artes. Registro de Pessoa Jurídicas nº 16.962 Livro A-34 do Cartório do 8º Oficio da Cidade de Nova Iguaçu- RJ   Rio De Janeiro, RJ; 28 de Setembro de...

100 Maiores Poetas Lusófonos Contemporâneos

    Um dia foi um sonho, hoje, vivo a Gratidão em sonhar acordado pelo reconhecimento de meus trabalhos.     A coletânea é uma seleção de grandes nomes da Lusofonia, já conhecia a fama de alguns que aqui estão, porém nunca imaginei estar entre eles, e tê-los em meu...

Prêmio Melhores do ano 2019

    A Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas, representada nesse ato por sua presidente Izabelle Valladares e seu vice-presidente Carlos Coutor, concedem a Leandro Campos Alves, O troféu Monteiro Lobato por excelência em sua contribuição cultural ao panorama...
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