Vinícius Reis

Vinícius Reis

    O texto é ótimo, porém com um nível cultural de verbetes e uma singularidade muito expressiva, posso afirmar que a compreensão só dará aos leitores elevados de cultura, por sua complexidade na estrutura.

    Mas esta minha humilde opinião não é negativa, e sim, parabenizo o autor por esta obra.

    Hoje nossa literatura está à beira do abismo intelectual, com a falta de obras como esta,” A Barca da Garganta”; pois a inclusão digital, falta de normas, e abreviações que nossa época permite fazer, chegando ao extremo de termos projetos de lei a serem votados em nossas casas legislativas que podem matar nossa forma culta de escrever, texto como este é uma raridade contemporânea.

    Parabéns Vinícius Reis.

 

Leandro Campos Alves

Agosto 2017.

 

Convido a todos a lerem a obra “A Barca da Garganta.” Vencedora do Concurso **TREMA – Julho de 2017.

 

A Barca da Garganta

                       Por Vinícius Reis

    Sozinho, o mar urrando sinistramente no horizonte cortado pelas colinas e ribeirões. O mar se contrastando com o norte da popa voltada para novas subidas e descidas vertiginosas de mais de mil metros de altura. O volante gira gigante em minhas mãos, ainda que tenha apenas o tamanho suficiente para virar o leme do navio. Ele roça no ar nunca se cansando de ir de um lado a outro em sentido latitudinal desdenhando do cume das árvores. Sou pego por um vento fustigante quando começo a descer novamente depois de subir dois mil metros de ondas. A descida é gostosamente rápida, assim como foi a subida pelas costas das vagas mudas. As árvores é que preferiam urrar em discordância com o rompante do casco de madeira do navio. As folhas queriam soltar-se das árvores e nos acompanhar. Era um desejo em vão, pois as raízes as seguravam sem querer dar menor chance para uma fuga de seus galhos.

    Quando encontrei algumas colinas redondas resolvi pescar. A linha era feita de algodão de nuvens; a madeira, um pedaço tosco do mastro que havia caído; não aguentou, coitado, fustigado por um vento depois de descer uma montanha de apenas três mil metros; e como isca preferi utilizar de uma bota tosca que tinha na minha prateleira na sala do capitão. Não molhei a bota em nada, senão no ar circundante àquela altura de mil metros acima da relva, ínfima, muito pequena mesmo. E pequena também foi ficando a bota, descendo, descendo, descendo... ainda bem que linhas de nuvens são fáceis de se retirar do céu então ela pode cair vertiginosamente por mais de oitocentos metros. Difícil mesmo para mim ainda é colher as estrelas, mas logo eu conseguiria um meio de pegá-las a meu belo prazer. Sim, seria um belo prazer trazer estrelas, porque com elas rolaria no moedor e conseguiria pó estelar para um combustível ainda mais forte para meu navio.

    Mas quem lança suas melhores botas ao ar fisga... um lambe-botas, claro. E veio ele, subindo e lambendo todas as partes da bota. Pareceu gostar muito de onde ficariam os cadarços se a bota tivesse algum. Depois foi para dentro da sola, e o peso da bota foi aumentando cada vez mais à medida em que se afugentava para mais fundo no escuro do calçado fedido. Tive que me esforçar para não dar mais linha àquele lambe-botas, ele já estava nos meus calcanhares, dali não sairia até que eu o jogasse num recipiente perfeito para ele. Um frasco de vidro, dos que eu tinha lá dentro da cabine do capitão, dos dourados, sim, dos mais dourados lá de dentro. Era o recipiente do bom senso e lá estavam vários lambe-botas. Eu ficava impressionado como tantos lambe-botas podiam gostar de apenas uma única bota, não importa onde eu fosse fisgá-los, aquele pedaço de couro faria os olhos esbugalhados admirarem-se.

    Quando o joguei para dentro ele não pareceria mais que uma célula da estrutura da ponta de um alfinete de tão pequeno se comparado ao navio. A pequenez de um lambe-botas. Corri para pegá-lo, mas tive de cessar. Esqueci que o horizonte reservava nuvens frias e úmidas. As mais negras estavam se formando a leste, e como um insano me dirigi exatamente para elas. Girei o leme com leveza. Era grande, era pesado, mas obedecia ao seu querido capitão. Lá de cima vi no convés o bobalhão do lambe-botas indo para lá e para cá ao ecoar da quilha. Se ela ia para a esquerda, o lambe-botas batia sua cabeça tosca do outro lado e vice-versa. Era resistente como todo lambe-botas.

    Fiquei me perguntando se ele suportaria um embate entre ventos e raios.

    Estava próximo das nuvens negras. Colhi algumas delas cuidando para que minhas mãos não se enchessem de relâmpagos. Não tenho medo, ouvi dizer que os grandes governantes de outros tempos tinham muito medo deles e que suas onipotentes estátuas não aguentaram nem mesmo o grito das águias. De fato as águias bateriam suas asas, o vento derrubaria cidades inteiras, os camponeses se recolheriam nos escombros esperando uma vida nova surgir. Mas o que surgiria era ele que eu estava laçando nesse momento.

    Pare aí! disse ao colosso que atravessou todo o céu. O navio parecia querer seguir em frente. Se ele fosse o meu cavalo de guerra, ele estaria indo em direção ao mosquete sem se preocupar com a velocidade da bala que lhe colheria a vida. Nestes momentos o navio tinha tanta audácia quanto vida própria e não respondia às minhas vontades. Era ele e pronto, eu não era mais nada senão alguém que buscaria nos confins do mundo aquilo que ele queria. E no momento se tratava de um raio, mas não qualquer raio, não senhor. Eu o chamo de ramo de oliveira. Porque se pegasse uma extremidade com meu laço de cinturão de corais, a outra tentaria me pegar completamente desprevenido pelas costas.

    A resposta quanto ao lambe-botas veio veloz como o ramo de oliveira também o era, e o danado do meu pescado foi parar no leme. Quando foi tocar uma língua nele, imbecil achando que se tratasse de uma bota diferente, levou uma cacetada do timão.

    Ê, ô! Disse ele levando as nadadeiras ao rosto feioso em desagrado. A massagem não surtiria grande efeito infelizmente, pois logo viria outra cacetada, e outra, e mais outra até deixá-lo desacordado. Ri demais disso, porque o lambe-botas queria mesmo encontrar outra coisa para lamber em vez de ficar na dele e tentar nadar à sua vontade. Podia ele dar vazão às suas vontades enquanto eu puxava o ramo de oliveira para dentro do navio. Ele atravessou as velas de lago domadas e caiu com um estrondo fazendo o meu corpo todo estremecer. Mas eu sou o capitão do navio. Mesmo que ele tivesse vontade própria eu era o senhor de suas quilhas, o timão era meus olhos, e eles enxergavam de um lado a outro.

    O outro ramo da oliveira tentou me açoitar com toda a sua força, mas a este peguei com minhas mãos nuas e sorri vitorioso para a origem de sua fúria. Tentou despedaçar meus braços, mas não o deixei, não à toa sou celeste.

    Fica lambe-botas, ou vem? Indaguei para o pobre se levantando do chão. As montanhas o observavam lá de cima, e não sei por que raio de vontade ele saltou de lá na minha direção. Juntos saltamos para fora do navio; eu segurando parte do ramo do raio e o lambe-botas agarrado aos meus calcanhares. A velocidade com que caímos foi de gelar os cabelos do corpo e o coração; temi pelo pobre lambe-botas, não estava acostumado a se enveredar em aventuras próprias, em vontades próprias. Seus olhos esbugalhados só olhavam para baixo enquanto eu dizia mentalmente para meu querido barco que ascendesse, e ele assim o fez.

    Cinco mil, seis mil, sete mil, oito mil metros e lá estávamos acima das nuvens negras com um sol gigantesco circulando preguiçosamente. Bicho ocioso, um dia eu havia de pegá-lo, e isso aconteceria quando ele piscasse. Não era hoje o dia, infelizmente. O dia era sim de quedas vertiginosas. O navio desceu, proa pontuda na direção do mar de morros lá embaixo, nenhum morro a seu lado, apenas as nuvens que vieram e como vieram. Barulhos ensurdecedores de tambores gigantescos sendo batidos pelos senhores das nuvens aqui em cima. E os raios em formato de raízes ficaram furiosos com o seu primo distante sendo acorrentado por mim em meu navio. O lambe-botas choramingava e eu gargalhava sem parar.

    É tudo o que teeeeeeeeeeeeeeeens?!

    Perguntei o tanto que tinha para provocar a todos. Quem seria maior senhor naquele embate absurdo, eu ou eles e elas todos. Já estava cansando-me de aprisionar raios, trovões, relâmpagos, tempestades e chuvas e a minha barca logo precisaria retornar à garganta. A catarata de dois mil metros de altura chamava por ela e a barca sabia muito bem disso. Ela sentia o gosto do porto, as vagas das ondas de corredeira de mil metros, de pedras exageradamente colossais. A água massagearia todo o contorno da barca, mas antes ela deveria chegar à garganta e ainda havia muito mar de morro e muita nuvem para ser encontrada.

    Aqui em cima estamos solitários e caímos sem pensar no sol que deixamos para trás. Rompemos velocidades inimagináveis, colossos derrotando o ar à volta, deixando os raios tornarem-se apenas uma vaga escolta.

    Ah, mas você quer saber? O lambe-botas acabou levando um balaço de um granizo e resolveu ser corajoso. Era bom para ele a coragem, pena que nem todos os lambe-botas percebessem isso. Mas este, ah não, este aí realmente trazia paz aos olhos.

    Largou meus calcanhares, saiu voando junto ao navio, e logo éramos três corpos em descendente queda. Os oito mil metros se reduziram a quinhentos metros em uma piscada de olhos meus, acostumados que eram, e a doze do lambe-botas.

    Não pisque tanto ou perderá! Gritei a ele, e sua indagação muda foi respondida pelo colorido de montanhas aumentando à volta, de lagos irrompendo à frente e de corredeiras em crescente ramificação. A floresta urrava temendo o grande navio e os raios que vinham lhe escoltando. Gostando da força do vento eu me deixei pesar, desafiando ele e o eterno descenso. Agarrei o timão com força, e o puxei com toda força para trás. Foi neste momento que vi um lambe-botas vindo velozmente, piscando como uma estrela cadente e pegando do outro lado do timão. A plenos pulmões eu gritei: TIMÃO!

    Ê, ô! Ele respondeu empurrando o timão e com toda a sua força de vontade assim também o fez o com o navio todo, sem nem saber que eu não tinha feito nada na verdade para ajudar. Seu júbilo foi um retrato do semblante daqueles lambe-botas que eu tirava do recipiente do bom senso. Este alcançara o bom senso sozinho e poderia logo ir para o aquário intitulado H ou para o infindável campo da L.

    Olhou com lágrimas voando pela íris esbugalhada e cheia de muco escorrendo pelo corpo. Um sorriso se fez passar pelo rosto feio e enxergou lá na frente o sol caindo novamente diante de uma depressão completamente tomada por quedas d’água a seu redor. As árvores reverenciavam todo o poder que a água reservava. Deixavam sombras deliciosas para os habitantes de seus pés lá embaixo, e talvez até deixariam umas frutas caírem de vez em quando para saborearem enquanto observavam a queda pela garganta.

    Esta é a Barca, amigo herói, e aquela é a sua Garganta!

    A barca irrompeu adiante, proa voltada para dentro daquela garganta que a acolheu em um gole só. O navio aportou e eu abri a cabine do capitão. Olhando para o meu novo amigo disse para o recipiente do bom senso sem tamanho para conceber.

    Da próxima vez que a Barca sair da Garganta eu tenho uma experiência para fazer com todos vocês, e pela confissão nos olhos do meu amigo aqui, vocês não perdem por esperar. 

 

Fonte: TREMA.

www.trema.com.br/texto/a-barca-da-garganta

 

Todos os direitos são reservados a autor, conforme artigo (lei 9.610/98)

 

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