Santa Inquisição.

Santa Inquisição.

Santa Inquisição.

 

            Como contar as histórias ocultas do Cristianismo, sem que passássemos pela história mais negra de todos os tempos, a história que manchou de sangue e horror a instituição primordial de todas as outras religiões, instituição religiosa que se originou dos ensinamentos de Jesus Cristo, e foi a partir deste movimento dentro da igreja, que Deus abriu as portas para todas as outras que fale em nome da fé, em nome de Deus.

            A santa Inquisição foi uma era turva de todos os tempos após Cristo, podemos lembrar nos de Eras consideradas por muitas pessoas piores do que a Santa Inquisição, como: O Holocausto da Segunda Guerra Mundial, a tortura militar das Ditaduras impostas por governantes de muitos países, ou até mesmo pelos julgamentos anteriores a Era de Pôncio Pilatos. “ Pôncio Pilatos, também conhecido simplesmente por Pilatos ( em latim: Pontius Pilatus), foi prefeito da província romana de Judéia, entre os anos 26 e 36 d.C. . Foi ele de acordo com a Bíblia o juiz que condenou Jesus Cristo a morte na cruz.

Porém o Holocausto e as Ditaduras Militares entre tantas se originaram pela ganância e ideais humanos e não em nome da fé, por isso talvez a Santa Inquisição seja uma das Eras mais negras da humanidade, exatamente por se originar no seio da Instituição Cristã que deveriam espalhar o Novo Testamento pelo mundo, como nos revela em Mateus 22: 39.

 “39  O segundo mandamento é: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo”.

            Entretanto em todos os movimentos tem um item em comum, todos se originaram não por ordem divina, mas pelo livre arbítrio dos homens, inclusive a Santa Inquisição.

            Em particular, não queria ter que relatar esta história neste trabalho, porém como ser verdadeiro e contar uma história tão bela como são as histórias do Cristianismo, deixando para trás parte dela.

            Mas conforme nos traz a bíblia, em (Salmo 23.4) “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me consolam”. 

            Será que a Santa Inquisição, merecia este nome?

            Nome de Santa.

            No capitulo “A Origem dos Templos Materiais”, passamos por uma pequena explanação sobre o movimento que originou a Santa Inquisição, exatamente a ganância do Rei Felipe, o Belo da França, em usurpar o patrimônio dos Templários, conforme já foi dito, foi o divisor de águas que levou os Templários a se esconderem pelo velho continente, e a partir daquela data começaram os sobreviventes da Inquisição a manterem sua filosofia de vida, mas escondido de tudo e de todos. Pelos documentos já encontrados provavelmente esta foi a origem do ocultismo da maçonaria, que trouxe consigo a fama de cultuarem o demônio, folcloricamente representado pelo bode preto. Este termo que o maçom cultua um bode preto, não passa de lenda e lembremos que este movimento nasceu no seio da Santa Sé e foi exatamente esta acusação que o rei Felipe fez contra eles, a acusação de heresia.

            Diante destas histórias vamos conhecer uma pouco de cada movimento e tirarmos nossas próprias conclusões.

Vamos lembrar que no inicio da Era Cristã, a sentença usada para os pecadores, era a morte através da crucificação.

 

Crucificação:

Conforme fonte Wikipédia:

 

        A crucificação ou crucifixão foi um método de execução utilizado na Antiguidade, comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão.

        De braços abertos, o condenado era pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão, por asfixia e parada cardíaca (a cabeça pendida sobre o peito dificultava sobremodo a respiração).

        Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo de crucificação era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em consequência do açoite. O flagelo era cometido ao réu estando este preso a uma coluna.

        No ato de crucificação a vítima era pendurada de braços abertos em uma cruz de madeira, amarrada ou, raramente (carece de fontes), presa a ela por pregos perfurantes nos punhos e pés. O peso das pernas sobrecarregava a musculatura abdominal que, cansada, tornava-se incapaz de manter a respiração, levando à morte por asfixia. Para abreviar a morte os torturadores às vezes fraturavam as pernas do condenado, removendo totalmente sua capacidade de sustentação, acelerando o processo que levava à morte. Mas era mais comum (carece fontes) a colocação de "bancos" no crucifixo, que foi erroneamente interpretado como um pedestal. Essa prática fazia com que a vítima vivesse por mais tempo. Nos momentos que precedem a morte, falar ou gritar exigia um enorme esforço.

        O termo vem do Latim crucifixo ("fixar a uma cruz", do prefixo cruci-, de crux ("cruz"), + verbo figere, "fixar ou prender".)

        Link: pt.wikipedia.org/wiki/Crucifica%C3%A7%C3%A3o,

 

        Esta foi uma das sentenças mais conhecidas de todo mundo, inclusive a relatos e pergaminhos que afirmam que diversos outros cristãos também foram crucificados, entre eles Pedro, que segundo registros históricos, teria sido crucificado de cabeça para baixo.

            O ato de Crucificação foi proibido pelo Imperador Constantino, o primeiro imperador Cristão.

        Flavius Valerius Constantinus, nasceu em 275, em Drepanum localidade romana da Bitínia, atual Turquia. Filho de Constâncio Cloro (250-306) imperador romano do Ocidente nos anos de 305 e 306, com uma jovem de nome Júlia Helena. Anos mais tarde ela seria canonizada pela Igreja Católica, como Santa Helena. Constantino teve uma boa educação, principalmente por ser filho de uma mulher de língua grega e haver vivido no Oriente Grego.
        No ano de 305, quando Diocleciano abdicou do trono imperial, a religião cristã era terminantemente proibida e aqueles que a professassem eram castigados com torturas e morte. Contra o cristianismo estavam todos os poderes do Estado.

FONTE:www.santovivo.net

 

            Depois desta abolição, o mundo andou em um movimento crescente do Cristianismo, até a simulação da heresia contra os Templários, que reabriu o mundo de torturas e horrores.

 

Santa Inquisição

 

        Na Santa Inquisição, mais tarde rebatizada de Congregação do Santo Ofício (julgamentos do credo incondicional na Igreja que durou de 1230 a 1825), foram consideradas hereges todas as pessoas que não aceitassem ou proferissem os dogmas da Igreja Católica Apostólica Romana, tais como: Cristo é o salvador, Deus é onisciente, o Papa é o senhor absoluto, o homem foi criado do barro, a Terra é o centro do universo, o dízimo é uma indulgência.         Assim, todas as outras religiões e culturas eram satânicas (islamismo, judaísmo, hinduísmo).

        Estima-se oficialmente em 9 milhões de pessoas julgadas e condenadas à morte através da fogueira, afogamentos ou linchamentos, e neste índice oficial não se contabiliza a Guerra Santa (retomada de Jerusalém, 1096 a 1270). O fato curioso nos réus é que 75% eram mulheres viúvas com mais de 50 anos, 15% de homens viúvos de qualquer idade, 10% de crianças (todos os filhos de pessoas já condenadas) e 5% indefinido e de outras religiões, em todos os processos eles eram acusados de ações sexuais com o satã ou lascívia bestial! Detalhe: quem acusava poderia receber 25% das propriedades do réu caso fosse comprovado o "conjunctus" com o demônio, o restante iria para a Igreja caso não houvesse herdeiros!

 

 

        Raríssimas pessoas importantes foram julgadas na Santa Inquisição, na maioria absoluta eram pessoas de estirpes não agregadas ao clero e a sociedade local; podemos citar que os mais nobres foram queimados vivos por NÃO aceitarem os dogmas católicos e NUNCA por praticarem as artes ditas esotéricas: Cecco D’Ascolli (1327, astrólogo); Giordano Bruno (1600, alquímico, astrólogo); Galileu Galilei (1664, cientista, alquímico, astrólogo, este não foi queimado mas recebeu excomunhão por retratar suas teorias científicas). Todos diziam que o sistema planetário era heliocêntrico, contrário aos dogmas da Igreja que imputava como geocêntrico. Todas as vítimas tinham inevitavelmente um ponto que abalavam os dogmas católicos ou o poder monárquico francês ou espanhol.

        Quer mais? Inúmeros livros e tratados sobre astrologia, numerologia, alquimia, hermetismo, (até rituais de magia cabalística) foram manuscritos por figuras altamente idôneas e respeitadas pela sociedade europeia como o são até hoje por nós; foram muito consumidos por todos na época como acontece atualmente. Nas discussões do ponto de vista teológicas só não se aceitavam filosofias e análises de necromancia (adivinhação da data da morte, magia negra e/ou culto aos mortos), do resto "voilá"! São tantos os autores que seria impossível enumerá-los.

         Todas as igrejas europeias construídas entre os séculos XI e XVI têm em seus portais de entrada ou nos vitrais interiores os símbolos astrológicos e alquímicos, neoplatônicos, gnósticos e até maçônicos! 

 

Fonte R7, Link www.coladaweb.com/historia/santa-inquisicao

 

                Como podemos ver o movimento durou de 1230 a 1825, longos 595 anos de julgamentos, vários foram o Papas que assumiram a Santa Sé neste período e continuaram a luta contra a possível heresia humana.

        Os prisioneiros eram submedidos a métodos de torturas nada convencionais, com a alegação que o sofrimento e flagelo serviam para purificar a alma de pecadores e receber o perdão de Deus.

        Conheçam alguns métodos usados neste período contra aqueles acusados de heresia.

 

Métodos de Tortura na atuação da Santa Inquisição.

 

        Durante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos.

        Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte.

        Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aquecidas.

        Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satã e práticas obscenas.

        Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.

        Os inquisidores utilizavam-se de diversos recursos para extrair confissões ou "comprovar" que o acusado era feiticeiro. Segundo registros, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos torturadores que procuravam um suposto sinal de Satã, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos representariam a prova de que a bruxa "amamentava" os demônios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o "sinal" seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue.         Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal.

        No Liber Sententiarum Inquisitionis (Livro das Sentenças da Inquisição) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331) descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro.

        Dentre os descritos na obra e utilizados comumente, encontra-se tortura física através de aparelhos, como a Virgem de Ferro e a Roda do         Despedaçamento; através de humilhação pública, como as Máscaras do Escárnio, além de torturas psicológicas como obrigar a vítima a ingerir urina e excrementos.

        De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento, onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, consequentemente, a execução das vítimas. Atualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.

 

 

Métodos de Torturas

 

Cavalo Espanhol.

 

 

        Colocava-se a vítima nua sentada sobre essa peça com grandes pesos amarrados nas pernas e os braços suspensos para manter o equilíbrio.

 

 

Roda de despedaçamento.

 

 

        Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas as brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.

        Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.

 

Dama de Ferro

 

        A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.

        A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro; data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.

  

Berço de Judas

 

        Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal.

        O Berço de Judas também é conhecido como: 

        Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão),Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).

  

Garfo

 

        Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos. Este instrumento era usado como penitência para o herege.

  

 

Garras de gato.

        Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros.

 

Pera.

 

 

        Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satã".

 

Máscaras.

        A máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incômodo físico era menor do que a humilhação pública.

  

Cadeira

        Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas. Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.

  

Cadeira das bruxas.

 

 

        Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura.

 

Cavalete.

 

        A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco.

         Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante.

        Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água. O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento.

        Ainda, há registros de que o executor golpeava o abdômen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.

 

Esmaga cabeça.

 

        Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual se encaixa o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.

  

Quebrador de joelhos.

 

 

        Aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, as placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.

        Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.

 

 

Mesa de evisceração.

        O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo.

  

Pêndulo.

 

            Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.

            Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentinamente, interrompendo a queda logo em seguida. Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fraturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarravam-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento.

 

Potro.

 

        Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado.

        Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse sequelas irreversíveis. Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interrogadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados.

 

Métodos de Execução.

 

            Além dos métodos de tortura, o movimento tinha meios específicos para a execução dos condenados, usados geralmente naquelas pessoas que saiam com vida das salas de tortura e confessassem a sua heresia.

            Os réus da Inquisição não tinham meios de escaparem da condenação da pena de morte, ou eles morriam nas salas de torturas ou na sentença final.

 

O Serrote.

 

            Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução.

             Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.

 

Espada, machado e cepo.

 

        As decapitações eram a forma mais comum de execução medieval. A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, era, geralmente, reservada aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado.

        O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a.

 

Garrote.

 

        Um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique ereta em contato com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.

 

Gaiolas suspensas.

 

        Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse.

  

Submersão

 

        A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente.

 

Empalação.

 

 

        Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.    

  

Cremação.

 

 

        Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre.

 

Estiramento.

 

        A vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.

 

Copla:

Ad Tenebras.

Mistérios Antigos.

Occult Portal Medieval and Mythological Area.

www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/inquisicao/torturas.htm

 

        Como nós podemos falar em Cristianismo e esquecermos estas passagens?

        Muito se fala no horror do Holocausto em campos nazistas e nas Ditaduras Militares, mas os dois movimentos juntos mataram menos que a Inquisição, e os meios de torturas eram menores, apesar de horríveis também, mas não chegava perto dos meios medievais de torturas.

        Não quero tirar a crueldade dos campos de concentrações e dos calabouços da ditadura, porém a Santa Inquisição decepou a vida de aproximadamente nove milhões de pessoas julgadas e condenadas.

        Enquanto os campos de concentração estima-se que foram no mínimo, 1.3 milhão de pessoas para o complexo de Auschwitz entre 1940 e 1945. Do total de 1.3 milhão as autoridades dos campos exterminaram 1,1 milhão.

        Na Ditadura Militar entorno 358 vítimas do período ditatorial, sendo que 138 são desaparecidos políticos no país.

        Poderia expor também dos meios de torturas dos nazistas e da ditadura militar, para uma comparação, porém estes movimentos não têm nada haver com a origem do Cristianismo, apenas foi citado como uma comparação entre os movimentos e tempos históricos. Mas para quem quiser estudar o assunto aconselho a acessarem Origem: Wikipédia, e lerem Experimentos humanos nazistas.

        O pecado capital da humanidade é impor posições e julgamentos em nome de Deus, mas isso só acontece porque o Homem faz uso de seu Livre Arbítrio. Por este detalhe o homem se põe na posição de superior, esquece os mandamentos e o amor ao próximo.

        Se as pessoas escolhidas por Deus para espalhar seu evangelho faz estas barbarias a mando dele, então que Deus era este que em seu Nome, ordenou a dissipação humana de milhões de pessoas?

        Deus é amor, paz e sabedoria, este é o verdadeiro Deus que existe em nosso meio.

        Mas o homem interferiu e interfere sempre na lei divina, e se põe no lugar do Criador ao julgar e condenar as pessoas.

        Porém a Deus cabe o peso e o julgamento de cada responsável pela Santa Inquisição.

        Nós só não podemos ignorar a história e deixar no esquecimento movimentos cruéis, que mesmo em nome da fé, não tinha o direito de acharem responsáveis por tentar expor a unificação da doutrina daquela instituição religiosa no mundo.

        Mesmo sendo pessoas elevadas pelo Espírito Santo para evangelizar o mundo, elas são dotadas da essência humana e cometem erros.

        No fim do século XX e inicio deste século  XXI; muitas pessoas acreditavam e acreditam que estamos próximos ao final do mundo, e afirmam que estão nas escrituras todos estes sinais. Entretanto novamente digo que só caberá ao homem enxergar o que Deus revela.

        Por isso ao lermos a parábolas divinas e interpretá-las aos olhos da carne, chegaremos nesta triste conclusão.

        Porém vamos lembrar-nos das parábolas encontradas no Novo Testamento em Marcos Capitulo 13, o livro nos traz os sinais do final do mundo e diz:

        6- Muitos virão em meu nome, dizendo: 'Sou eu!' e enganarão a muitos.

        7- Quando ouvirem falar de guerras e rumores de guerras, não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.

        8- Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Essas coisas são o início das dores.

        9- Fiquem atentos, pois vocês serão entregues aos tribunais e serão açoitados nas sinagogas. Por minha causa vocês serão levados à presença de governadores e reis, como testemunho a eles.

 

        Se interpretarmos as parábolas pela razão humana, realmente os sinais parecem que são os que vivemos.

        Encontramos em nossas cidades, Pai se levantando contra filho, filho contra pai, desastres naturais, como a tsunami e nações em guerra.

         Entretanto se prepararmos a alma para receber a verdade nós veremos a verdade das parábolas.

 

        6- Muitos virão em meu nome, dizendo: 'Sou eu!' e enganarão a muitos.

        Sempre existiram pessoas que procuram aproveitar da fé da humanidade para se enriquecerem, e vem anunciando ser o enviado de Deus, porém até o momento toda humanidade sabe que ainda não chegou a hora.

        Marcos 7- Quando ouvirem falar de guerras e rumores de guerras, não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.

        Guerras entre homens e nações, sempre existiram, esta disputa de poder é a impureza da carne humana. O que Marcos refere é a guerra entre as nações religiosas, e seus governantes são exatamente os líderes de cada doutrina.

        Em 8- Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Essas coisas são o início das dores.

        Marcos ensina pelo espírito que, religiões vão se impor contra religiões, esquecendo que todas veneram o mesmo Deus.

        Agora vocês devem estar pensando, e as catástrofes naturais?

        Então basta olharmos a história e veremos que sempre existiram catástrofes, iguais a atuais ou muito piores, em Hype science, nós encontraremos as dez piores, mas trago algumas e suas histórias.

         No dia 11 de outubro de 1.138, Terremoto em Aleppo, na Síria

 

 

        O abalo atingiu Aleppo, maior cidade da Síria na época, no dia 11 de outubro de 1.138. Com base em dados geológicos, as estimativas modernas dão ao terremoto a magnitude de 8,5 graus na Escala Richter. Registros históricos sugerem que aproximadamente 230 mil pessoas morreram, além dos grandes danos sofridos pela cidade. Aleppo se localiza no norte da Síria, numa área muito vulnerável a tremores. A cidade faz parte da região da Falha do Mar Morto, pois repousa sobre o limite entre a placa geológica da Arábia e a placa africana.

           

 

        Meados de 526 d.C. Terremoto de Antioquia, na Turquia.

 

        O desastre em Antioquia ocorreu durante a primavera de meados de 526 D.C. A data exata é estimada entre os dias 20 e 29 de maio. O forte terremoto atingiu a Síria e Antioquia, uma cidade que ficava localizada perto do que é hoje a moderna Antakya, na Turquia. Cerca de 250 mil a 300 mil pessoas morreram em consequência do sismo, de acordo com os escritos históricos. Após o terremoto, um grande incêndio destruiu a maior parte dos edifícios que o desastre havia poupado.

            O dia 23 de janeiro, no longínquo ano de 1556, Terremoto de Shaanxi, na China

 

 

        O dia 23 de janeiro, no longínquo ano de 1556, foi marcado pelo terremoto com o maior número de vítimas já registrado na História. O abalo ocorreu na província de Shaanxi e na província vizinha de Shanxi, localizadas no norte da China. O catastrófico terremoto teve uma magnitude estimada de 8 graus na Escala Richter e matou aproximadamente 830 mil pessoas. Acredita-se que 60% da população dessas províncias tenham morrido no desastre.

         Em setembro de 1887, Inundação do Rio Amarelo, na China

 

 

        Esta foi a pior enchente única e o segundo pior desastre da História. Em setembro de 1887, o Rio Amarelo invadiu os diques na província chinesa de Henan. A enchente devastou 11 grandes cidades do país e centenas de aldeias, deixando milhões de desabrigados. As águas da enchente cobriram cerca de 130 mil quilômetros quadrados – área semelhante à da Grécia ou pouco menos que o estado do Amapá -, matando um número estimado de 900 mil a 2 milhões de pessoas.

        Em julho e agosto de 1931, Inundações na China Central.

 

 

        O pior desastre natural da história foi o conjunto de enchentes que ocorreram entre julho e agosto de 1931, na região central da China. Na época, o rio Yangtze transbordou e causou uma série de inundações. Como resultado, um número estimado de 3,7 milhões de pessoas morreram de doenças, afogamentos e fome. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, mais de 51 milhões de pessoas, um quarto da população da China na época, foram direta ou indiretamente afetadas pelas inundações.

 

Fonte Hype science.

hypescience.com/os-10-desastres-naturais-mais-mortais-da-historia/

 

        Então catástrofes sempre existiram, entretanto chegamos à ferida da carne agora.

        Em Marcos, 9- Fiquem atentos, pois vocês serão entregues aos tribunais e serão açoitados nas sinagogas. Por minha causa vocês serão levados à presença de governadores e reis, como testemunho a eles.

        Vejam que ainda não estamos vivendo este tempo, e se pedirmos a revelação da parábola pelo Espírito Santo, infelizmente depararíamos com o passado da história de nossa humanidade.

        Basta imaginar um lugar que ao andarmos nas ruas, encontraríamos pessoas nuas em praças públicas presas em gaiolas como se fossem animais, e ao dobrarmos a esquina do mesmo lugar, depararíamos com pessoas sendo queimadas vivas em nome de Deus ou ainda com um aglomerado de pessoas participando de um julgamento público, pelo qual o réu após passar pelos açoites e torturas dentro das sinagogas, e levado a autoridade de Deus aqui na terra, que outorgariam a sentença de morte ao condenado fazendo uso do nome de Deus.

        Este tempo já passou, mas provavelmente por estes sinais, quem presenciou aquele tempo, teria a convicção que estariam mais próximo da execução do Apocalipse do que os dias de hoje.

        Hoje a humanidade presencia passagens crapulosas e cruéis, mas ainda não é chegada a hora. E afirmo que o mundo nunca teve tão ligado a Deus do que em nosso tempo.

        Se olharmos em nossas ruas, encontraremos a cada esquina ou quarteirão, pelo menos um templo religioso pregando em nome de Deus. Mesmo que seja de doutrina diferente, todos pregam sobre o mesmo livro, e sobre o mesmo Deus.

        Mas para encontrarmos o caminho da luz, o caminho da paz, e vivermos em comunhão com o Pai e ter as suas bênçãos, é chegada a hora de olharmos para dentro de nós individualmente, e analisarmos nossas obras.

Deus é aquele que anda contigo.



 

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Exposição "Sense Nonsense" e Apresentação da Peça teatral "O Cassino do Chacrinha" 9 de outubro de 2016, 21h |Espaço Movimento da ilha da Universidade de Aveiro em Second Life     O Projeto Espaço EO Grupo Movimento e Um Projeto multiculturais SEM Nadadeiras lucrativos, coordenado...

Compra Eletrônica pela Editora Saraiva.

Observações importantes: Sobre a compra Para sua segurança, as informações contidas em seu cadastro são passíveis de confirmação, que poderá ser feita através de contato telefônico. Na necessidade de confirmação dos dados informados o prazo para entrega do seu pedido pode sofrer alguma...

O DIA DAS CRIANÇAS ESTÁ CHEGANDO!

E todos merecem presente pois somos eternas crianças. No site do agBook você encontra livros para todas as crianças sejam elas jovens ou adultas.  Confira nosso site e veja a SUPER promoção do dia das Crianças 25% de desconto em livros impressos. O conhecimento...

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        A cultura é plena, a cultura é diversa, a cultura é pura expressão.         Aos amantes de artes cênicas, a oportunidade de aprimorar seu aprendizado está ao seu alcance.         Com profissionais...

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        Na próxima terça-feira, 27, será realizada a edição 2016 do Prêmio Comunique-se. Você, caro colega que acompanha o nosso trabalho, poderá ver todos os detalhes da festa que prestigia os destaques da nossa imprensa. A transmissão será ao vivo por meio...

Vídeo de humor no You Tube.

Marcelo Garbine: roteiro, narração inicial, edição de áudio, autoria da letra do rap da Moça Mana, autoria da paródia da música "Na rua, na chuva, na fazenda" e vozes dos personagens Camelô Tércio, Fiscal Olegário e Barbarello. Daniel Sette: animação gráfica, vinheta e edição de vídeo. Larissa...

Administre suas emoções - curso com Claudio Palermo

Em Outubro mais um curso de oratória com o Palestrante Claudio Palermo, desta vez a abordagem será no controle das emoções ao falar, participe! Será na sede da AG50 escola de educação corporativa em Guarulhos. Contamos com sua presença e divulgação.     --  Palermo...

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        No próximo dia 20 de Setembro, pelas 18h30min, irá decorrer, no Museu Almeida Moreira, em Viseu, Portugal, a apresentação do livro “A Força Infinita do Fado” da autoria do jornalista Igor Lopes, numa homenagem ao longo e emocionante percurso da...

Prêmio Kindle de Literatura Amazon

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Feira do Livro em Porto.

        Nos dias 02-18 de setembro de 2016 acontecerá a Feira do Livro no Jardins do Palácio de Cristal em Porto, Portugal.         No evento nosso confrade Lusitano Antonio Manuel Palhinha estará lançando seu livro, “Desassossego da Alma”...

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        Este trabalho tem meu inteiro apoio, já participei e conheço o resultado final do livro.         Leandro Campos Alves.  Agosto de 2016.     IV Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,IWA (inscrições de 15 de...

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Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio CNNP 2016. Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio CNNP 2016. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria,...
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