O Lamento de José, por Leandro Campos Alves.

O Lamento de José, por Leandro Campos Alves.

O Lamento de José, foi lançado em 27 de março de 2014.

 

Sua história conta a saga de:

 

Dois Irmãos...

Um desabafo...

Só um assassino!

“O Lamento de José” traz a

história de dois irmãos envolvidos

em vários mistérios, mas com

algo a mais em seu contexto.

Este romance se diferencia

de todos os outros, porque surge

da união do romance dissertativo

e o encanto poético das rimas,

sendo esta a principal diferença

que faz com que ”O Lamento

de José” seja reconhecido por

alguns acadêmicos, como uma

nova forma literária que está surgindo

no país.

Este romance é composto por

360 estrofes, totalizando 1.510

versos distribuídos em 68 páginas,

trazendo consigo toda beleza

poética e, instigando o leitor a

tentar descobrir na próxima estrofe

o final deste drama criada

pelo escritor, mas que só será revelado

nos últimos versos.

O romance faz parte da Trilogia

“Contos de Leandro Campos

Alves”, que já possuem outros

volumes prontos para edição, no

qual o escritor revela que ao final

da série, toda a Trilogia será unificada

em um único volume.

Um romance investigativo,

envolvente, criativo e misterioso.

Conheçam um pouco de sua

estrutura.

Está nascendo uma nova maneira

de contar histórias, escrever

poemas e narrar contos. O conto

de Leandro tem na formação de

seu conteúdo, uma narrativa com

dialeto local, coloquial, estruturados

em versos.

O conto não mata as normas

da língua portuguesa, ele tem

como objetivo acrescentar e, trazer

mais próximo da realidade as

narrativas, para se aproximar da

fidelidade.

Nele há flexibilidade nas concordâncias

verbais e nominais, pois

o narrador tem a liberdade de se

expressar, porque ele serve como

instrumento do conto, repassando

ao leitor a história vivida.

No conto pode-se também

relatar palavras regionais com algum

erro ortográfico, conforme a

conversa dos personagens dentro

da história.

A narrativa tem uma estrutura

mínima de trinta estrofes, e

não tem limites para seu encerramento.

O narrador da história

pode interromper a narração

em seu meio, para se expressar,

podendo-o expressar seus pensamentos

em versos, ou em dissertação.

O conto de Leandro trás a liberdade

da expressão, mas respeitando

as regras de um romance,

que tem que possuir início,

meio e fim.

A verdadeira união do poema,

romance, narrativa e conto,

tudo expresso por esta nova forma

literária.

Conheça parte deste conto, O Lamento

de José, e descobrirá o conto de

Leandro Campos Alves.

Fiquem com Deus e Boa leitura.

 

O Lamento de José.

Número de páginas: 83
Edição: 1(2014) 
Formato: A5 148x210 
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha 
Tipo de papel: Offset 90g

 

Diagramação e Capa:

Leandro Campos Alves.

 

Revisão:

Nádia Maria Corrêa Gonçalves

 

Colaborador.

Brendow Alisson de Souza Alves

 

Assessora de Comunicação:

Rosilene A. S. A.

 

Assessoria Jurídica:

Alves, Novais & Silva Advogados.

Unidades Caxambu-3341-2293 / Varginha 3214-3489 / Três Corações 3232-4319.

 

Todos os direitos são reservados. Publicado de acordo com original registrado e averbado na biblioteca nacional.

Proibida a reprodução total ou parcial desta obra, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico, mecânico, inclusive por meio de processos xerográficos, sem permissão expressa do autor (Lei número 9.610, de 19.02.98).        

 

 

O Lamento de José

    

No caminho de minha vida,

tive a honra e alegria,

de conhecer a alma pura,

de um simples caboclo em sua lida.

 

Contrapondo-se aos fatos,

fui prova viva e virtual,

desta história de amor,

regada pelo horror.

Do relado de um contador.

 

Que incandescentes por ciúmes,

e dos valores conturbados,

que leva um filho calmo e amado,

a se transformar em um derrotado.

 

Narro agora esta história.

Que foi proferida por José,

em um dia de oratória,

engrandecendo a sua vitória,

deturpado pelo remorso de outrora.

 

Que mesmo em plena glória,

teve em seu rosto transfigurado,

pelas lágrimas cadentes,

de sua alma descontente.

Caso triste e surpreendente,

mas real em seus dizeres.

Na qual um irmão amargurado,

e completamente enciumado,

ao seu próprio sangue roga males dizeres.

 

O que agora digo,

aconteceu não foi comigo.

Mas com uma família que conheci,

na região em que nasci.

 

Região privilegiada e amada,

pela natureza contemplada.

Que com maestria foi esculpida,

e por Deus foi construída.

 

Existem lá montanhas majestosas,

que são ricas e valiosas.

Riquezas estas extraídas,

por suas belezas visuais,

como também pelos valores minerais.

 

Gravadas em seus relevos,

nascem fontes de águas,

cristalinas e aromatizadas,

que por todos são contempladas.

 

Elas seguem em seu caminho,

pré-definidos em seu percurso.

Transpondo-se os obstáculos,

em quedas livres e pertinentes,

que em sua frente são dementes.

 

Deslizando entres os arbustos,

levam a paz que todos almejam.

Mas que a ambição do homem desenfreada,

as destroem por onde elas estejam.

 

Existem lá também,

bosques verdejantes

e animais estonteantes.

Que com seu canto e cores marcantes,

deixam o entardecer,

ainda mais belo para os amantes.

 

Sobre as montanhas ao longe enxergamos,

e ao horizonte contemplamos.

Parecendo ser uma tela pintada,

com riqueza em detalhes que admiramos.

 

As cores nelas pinceladas são alucinógenas,

que nos embriagam a cada instante.

Fazendo-nos crer em um mundo belo,

onde a alma e a matéria são unidas por um elo.

 

Podendo ser como Deus,

 invisível e abstrato.

Que nos deixou no arco-íris,

a marca de seu trato.

 

Hoje ainda ouvimos naquele lugar,

o cantar triste do inhambu chitão.

Que ressoa em contra posição,

a alegria do piar,

do chororó seu quase irmão.

 

Foi neste cenário esplendoroso,

que José todo cauteloso,

pôs-me a sua história narrar.

 

Com seu jeito simplório de falar,

e atitudes de proletário do sertão.

Deixava-me com a impressão,

que o matuto estava movido pela paixão.

 

Foi em seus dizeres comentando,

que não era ele sozinho neste mundo,

pois na casa de seus pais,

moravam com ele,

pai, mãe e um irmão,

que lhe amava com todo o poder do coração.

 

Mas a história que agora lhe conto,

seu moço viajante.

Não é nenhum rompante,

de um doído ou caminhante.

 

E sim...

 

A verdade de um homem,

conturbado pelo remorso,

de suas atitudes impensadas,

mas todas executadas,

e muito bem elaboradas.

 

Se o senhor olhar no cume daquela montanha,

vai avistar um casebre,

feito todo de palhoça,

e cercado por uma pequena roça.

 

Atrás dela se olhar com atenção,

verás um riacho e um crotão.

Aonde muitas vezes eu me escondia,

para não ser repreendido pelas minhas folias.

 

Também existe lá um pomar,

que muitas vezes eu e meu irmão,

frutos nas árvores nós íamos apanhar.

Sendo frutos de laranjas, mexericas e limão,

que eram cortados e espremidos,

para com o almoço serem servidos.

 

Naquela casa de pau a pique,

com as suas cercas ripadas no quintal.

Ela foi toda construída,

nas vésperas de um natal.

Por um homem com grande ideal.

 

Era lá a minha morada,

meu pai a fez em uma única toada.

Naquele pedaço de chão tive muita alegria,

mas ali também marquei meu peito,

por uma grande melancolia.

 

Papai era muito trabalhador,

não tinha medo de nenhum serviço.

Homem forte e muito decidido,

que quando descobriu o amor,

construiu um lar acolhedor.

 

Casa simples e pequena,

quatro cômodos eram ao todo.

Mas ali eram incrustados,

os sonhos de um devaneador.

 

Papai foi por mero incomodado,

por vários comentários,

alguns muito desanimadores.

Mas todos os rumores,

não o fez desanimar,

e nem deixar de minha mãe amar.

 

Ele era um idealista,

um homem conquistador.

Que naquele pedaço de chão,

construiu sua grande história de amor.

 

Hoje todos conhecem a sua saga,

da forma que foi falada.

 

Mas ninguém sabe de verdade,

o que aconteceu em minha meia idade.

E em forma de desabafo,

falo a você viajante de outra cidade.

 

Papai era homem bom,

de índole inquestionável,

companheiro e muito amável.

Que em sua juventude,

conheceu uma jovem camponesa,

transformando-a em sua princesa.

 

Contam os mais velhos,

que esta conquista de meu pai foi a maior.

Pois esta jovem tinha uma beleza rara,

pelas quais os jovens cavaleiros,

impunham seus cortejos mais verdadeiros.

 

Seus cabelos eram longos e lisos,

sua pele macia como seda,

seu olhar profundo e marcante,

que há quem diga,

que a jovem era uma sereia andante.

 

Todos os homens que a via,

ficavam hipnotizados na sua frente.

Seus rostos avermelhavam,

suas pernas estropiavam,

e seus cumprimentos fugiam de suas mentes...

 

 

    Para conhecermos a história do romance e seu final, podemos adquiri-lo nos sites.
 
    Livro tradicional, compra feita pela internet no Clube de Autores, leva até nove dias para entrega, postado pelos correios acessem:

                        

 

 

 

         

 

     Para baixar o livro em Ebook acessem.

 

      

      Saraiva:           www.livrariasaraiva.com.br/produto/7093730?PAC_ID=32842

 

A todos meus amigos leitores boa leitura e obrigado pela visita.

 

 

                             

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