Instinto de Sobrevivência, por Leandro Campos Alves.

Instinto de Sobrevivência, por Leandro Campos Alves.

     Tenho imenso carinho por esta história, pois o romance Instinto de Sobrevivência foi e será meu divisor de águas, minha chave para a literatura brasileira.

Lançado em 17 de setembro de 2013, o romance traz um pouco de minhas peripécias da juventude e de meus irmãos, e alguns fatos históricos que ocorreram com meus familiares.

 

     Não se trata de uma autobiografia, por não manter a fidelidade nas datas dos fatos e nas histórias do desenrolar do romance, pois fatos foram introduzidos e aumentados.

 

      E para mantermos a privacidade dos personagens, todos tem um pseudônimo.

 

      A história de vida dos personagens, nos mostra que mesmo em caminhos difíceis que a vida nos impõe, não é este caminho que somos obrigados a seguir em nosso destino.

 

      Conheçam agora parte desta história, publicado pela Editora, Clube de Autores e o Ebook pela Publique Saraiva.

Número de páginas: 197
Edição: 1(2013)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco 
Tipo de papel: Offset 75g

 

   Como o alvorecer incandescente de um novo dia, pessoas se encontram, se olham e se admiram, e o tempo passa por nossos olhos, e a vida tem que prosseguir em seu constante ritmo, para que os destinos se cumpram.
 
    Assim se criam os momentos e as oportunidades, e em um destes momentos da vida, dois jovens se encontram com um simples olhar penetrante que perfura as suas almas.
 
    O amor se abre desabrochando como uma tulipa para aqueles jovens. O magnetismo do querer se faz presente.
 
    Ele, nove anos mais velho, um jovem atraente e bem resolvido em seus atos, com sua vida inteira a construir, já profissionalmente iniciado aos afazeres administrativos, almejando uma vaga em uma grande agência bancáriaprivada.
 
    Ela uma menina adolescente e sonhadora, que como tantas outras, buscam insanamente seus príncipes encantados com porte heróico e protetor.
    A vida em um golpe mágico, pos estes dois seres de frente um ao outro, acendendo em seus olhares o sentimento da atração, contagiando-se pelo frio na espinha, ocasionado pelos sentimentos que até então para aquela jovem estava oculto em sua existência.
 
    Neste momento a jovem percebeu que sua imensurável procura acabara ali, antes mesmo que pudesse ter muita experiência nos sentimentos do coração, que na maioria das vezes sobressaí à razão.
 
    Para a jovem surge o seu primeiro namorado e porque não, poderíamos até afirmar que seria seu único.
 
    A época em que os fatos ocorreram era bem propícia à história, nos ditos anos dourados, mesmo estando o país próximo a passar por mais uma de suas revoluções internas, podendo ser o jovem chamado a prestar o serviço militar, por que ele estava à beira do alistamento. A história ocorria em torno de mil novecentos e sessenta e quatro.
 
    Nesta época os valores eram outros, encontravam-se sentimentos puros e sinceros.
 
    Não existia o mal da era atual, que veio com os movimentos de quebra de dogmas e conceitos sociais, com a inclusão dos movimentos de liberdade sexual.
 
    Pois entre os jovens amantes existia a atmosfera do romantismo lírico e poético, o amor se fazia eterno.     Uma época que amar era fazer o tempo parar na presença da pessoa amada, e ficar não era um definição conhecida e costumeira aos amantes.
 
    Para estes dois jovens; nascia um conto da vida real, baseado no recato pelo encanto do amor e da proteção a pessoa amada, movido pela supremacia do respeito e do carinho mútuo, como em um verdadeiro conto de fadas.
 
    Mas nas entrelinhas com o passar do tempo, porque não dizer que este jovem casal poderia deparar-se com os espinhos oriundos da vida a dois.
 
    Neste clima da paixão os jovens se fizeram na fusão de seus sentimentos em uma unidade, afirmando por este forte sentimento o relacionamento em namoro.
 
    Porém as dores da distância iriam regar de solidão e tristeza este romance por um ano.
 
    Como todo jovem da sua idade não ficaria de fora da convocação militar, por motivo do movimento político revolucionário, Carlos teria a obrigação de servir o país, não sabendo se voltaria vivo ou não.
 
    Este seria um ano de trevas e angústia para ambos.
 
    Para a jovem menina a sua dor e angustia seria dobrada, pois seu irmão também fora convocado, restando apenas as cartas como meio de comunicação entre eles.
 
    A revolução foi como um vestígio de pólvora, que mal se inicia e acabou rapidamente, por sorte a convocação duraria apenas um ano.
 
    Logo que cessou a guerrilha, entre mortos e feridos salvaram-se ambos. Com o regresso dos jovens após a dispensa, deu-se o noivado, e com quatro anos de relacionamento o tão sonhado casamento.
 
    Alguns familiares aceitavam esta união com o maior carinho, mas como nada é inteiramente perfeito; outros não concordavam, ao mesmo tempo repudiavam esta união.
 
    Movidos pelos sentimentos que as classes sociais implantavam em seu meio, dentro da família do noivo houve muitos que lhe aconselharam a largar aquela decisão de se casar, pois lhe diziam que ele era merecedor de uma mulher melhor, alegando que a família daquela jovem não tinha nenhuma posse.
 
    O noivo vinha de uma família com certas posses, que detinham em seu patrimônio terras e imóveis, que apesar de serem vários imóveis, o valor do montante não era tão alto assim.
 
    A jovem por sua vez vinha de uma família honrosa, cujo pai era um simples operário, que tinha em sua esposa e seus filhos o seu maior patrimônio. A conduta social do pai da jovem era respeitosa e incontestável, sendo este o seu cartão de visita. Por onde ele andava naquele vilarejo, era aceito e querido por todos que o conheciam.
 
    Mesmo contra alguns parentes de Carlos, o amor dos jovens foi fortificando-se, derrubando os empecilhos que iam se erguendo e que se opunha à união deles, que tentavam ocasionar o fim daquele romance.     Obstáculos se desmoronavam um a um, e o casal saia vencedor de todas as crises existentes.
 
    Entre estes empecilhos, algumas pessoas profetizavam que ele não seria feliz, e estas palavras mal ditas foram rogadas dentro do seio da própria família de Carlos.
 
    Mesmo tendo dentro de casa tamanhas criticas, não houve palavras e fatos que conseguissem contagiar e separar o romance que ali se fortificava.
 
    Este romance foi plenamente acolhido pela família da jovem. Na ocasião seus pais sempre deram a permissão e a benção para este relacionamento, mesmo sendo ela a caçula mulher de uma família de seis filhos.
 
    Pouco tempo após o inicio do relacionamento, aconteceu o grande dia esperado por todas as mulheres, o dia do casamento do corpo material, pois suas almas já estavam unidas pelas bênçãos de Deus.
 
    Com a concretização desta união estabelecida pela cerimônia religiosa, via-se o olhar brilhante de felicidade e esperança de uma vida eternamente feliz, refletindo-se na harmonia conjugal.
 
    Com a passagem de alguns meses foram sendo feitas descobertas felizes e o acerto de sentimentos entre o casal. Suas atitudes foram ficando uniformes dentro daquele novo lar.
 
    Ao mesmo tempo em que esta família crescia com a união deste casal, o amor novamente batia a porta, contagiando mais um de seus membros.
 
    Pois o amor é um sentimento puro, surpreendente em seus caminhos e misterioso em seus encontros, fugindo de nossa ideologia e de toda a sua compreensão.
 
    Sendo Livramento uma cidade onde todos se conhecem, era impensável a peça que o destino pregaria agora no irmão da jovem, o mesmo que fora servir também na revolução e que todos o conheciam com Cunha.
 
    Após o serviço militar, Cunha decidiu que se tornaria padre, enchendo de orgulho seus pais, principalmente sua mãe, que sonhava ter um filho que abraçasse o sacerdócio.
 
    Apoiado por todos, Cunha se internou em um seminário, em outra cidade, pois Livramento não era agraciado com esta escola.
 
    Ah!...
 
    Amor bandido...
 
    Nunca os filósofos e boêmios imaginariam que naquele internato o coração daquele jovem palpitaria fortemente por alguém.
    Mas o inesperado acontece geralmente nos lugares mais improváveis.
 
    Nas escolas de ensinos religiosos sobre o regime de internatos é costumeiro dar certa liberdade para os internos, para por a prova suas vocações religiosas, sendo o mesmo feito nos conventos.
 
    Em um destes acasos da vida, em que os jovens são postos a prova, com intuito de promover a confirmação da vocação dos noviços, descobrindo se eles iriam usar suas vidas para servir a Deus no pastoreio de seu rebanho, ou serviriam de instrumentos da vontade dele sendo as próprias ovelhas.
 
    Cunha, um jovem idealista como tantos outros de sua época, num destes movimentos do seminário seria surpreendido pelo amor, e o deixaria a frente de um encontro que mudaria o seu destino por toda vida.
 
    Neta festa patrocinada pelo seminário e o convento, Cunha encontraria uma noviça que lhe fez acender o sentimento que acelerou o palpitar do seu coração.
 
    Aos poucos ao conhecê-la melhor, descobriu o brotar da paixão fulminante, paixão esta que se iniciou na adolescência, pois ele sabia que sua amada era sua conterrânea, já tendo observado-a quando menina pelas ruas de Livramento.
 
    Seus sentimentos eram espontaneamente correspondidos.
 
    Dias após os primeiros encontros, Cunha voltou para Livramento, sendo que desta vez ele não foi a passeio e sim definitivo, surpreendendo principalmente seus pais.
 
    Sua amada também deixou a vida do internato, deixando também todos admirados com a sua decisão de por fim aos votos da irmandade, muitos conhecidos apostavam na vocação da jovem.
 
    Mas ninguém imaginava qual foi o motivo que levou os dois jovens a mudarem de ideia ao mesmo tempo.
 
    Surpresa maior foi quanto houve a revelação do romance deles, assumindo o namoro perante suas famílias.
 
    A irmã caçula de Cunha estava toda alegre, porque sua relação com ele era de cumplicidade, para ela seu irmão estando alegre ela também estaria, a jovem tinha a sensibilidade de conhecer os sentimentos de seu irmão apenas no olhar.
 
    Sua irmã caçula era conhecida por todos como Virginia, exatamente a que há pouco tempo atrás havia se casado com Carlos Augusto.
 
    Virginia nesta altura não era mais uma simples menina, ela havia se transformada em uma bela mulher, com uma fisionomia marcante.
 
     Da união de Carlos e Virginia, como de tantas outras uniões, originaria uma nova vida, que sobreviveria ao mundo de pedras, e ao frio dos sentimentos das almas dispersas e adversas aos nossos conhecimentos.
 
    Como em todo conto de fadas, nasceriam seus príncipes e princesas que substituiriam pela ação natural do tempo seus pais.
 
    Com Carlos e Virginia não seria diferente.
 
    Em um belo dia, Carlos ao chegar a casa teve sua primeira surpresa após o casamento, que foi o anúncio que no ventre de Virginia estava seu primogênito.
 
    Um filho é o principal elo dos casais, e aqui estava se construindo a aliança de Deus, da união de Carlos e Virginia.
 
    Para Virginia no inicio não foi nada fácil, ela tinha muitos enjôos. Como era a primeira gravidez tudo era mais difícil, e se agravava ainda mais pelo temor da inexperiência e do obscuro caminho da espera.
 
    Na cidade onde eles moravam os dias se passavam lentamente sem nenhuma pressa.
 
    Como em toda cidade interiorana, Livramento era desprovido de cuidados tecnológicos e muito carentes de recursos financeiros para atender sua comunidade.
 
    Naquela cidade não havia muitos carros, e médicos então eram considerados artigos de luxo.
 
    Hospitais eram coisas do mundo moderno e os partos eram feitos à maneira antiga, quando as mulheres eram entregues aos cuidados das parteiras, cujo único conhecimento que tinham era da pratica, quase todas mal sabiam ler ou escrever, quem diria conhecer a anatomia humana para proceder em seus afazeres, mas eram os únicos recursos que aquelas cidadelas tinham.
 
    Os acessos a estas comunidades eram de estradas de terra batida e que em épocas de chuvas, ficavam intransponíveis, somente cavalos e pedestres conseguiam transpô-las.
 
    Nem só de dificuldades as pessoas viviam nestes lugares, pois elas possuíam a alegria de viver em suas pequenas vitórias.
 
    Para o jovem casal a felicidade bateu em sua porta pela segunda vez quanto Carlos conseguiu o tão esperado emprego no banco.
 
    Geralmente nestes vilarejos é normal confraternizações serem praticadas em datas especiais, que na maioria das vezes se transformam em festas.
 
    No interior também existem várias festas em sua maioria religiosas, e Livramento não fugia a regra. Existia lá uma grandiosa festa no mês de setembro conhecida por muitos, aonde os romeiros vinham aos milhares em nome da fé, para participar deste jubileu.
 
    Toda casa de Livramento era antecipadamente preparada para os festejos e seus moradores também esperavam esta época com ansiedade, por que nestes dias seus familiares que moravam em outros lugares vinham rever os seus, ao mesmo tempo renovar sua fé em Cristo.
 
    Toda família era envolvida no preparo da cidade para este grande dia, e com os nossos recém-casados não seria diferente.
 
    Nesta ocasião Virginia preparava seus quitutes e guloseimas para receber pela primeira vez em sua casa os seus familiares e os de seu marido.
 
    Já com sua gravidez em um estado avançado, ela se mostrou deste o inicio guerreira, não se fez dobrar pelo peso da barriga.
 
    Virginia normalmente foi preparar seu lar nos dias que antecederam a festa, deixando a casa um brinco e a despensa cheia.
 
    Ela preparou suas roscas e biscoitos como de costume, e sua expectativa era grande.
 
    Ao iniciar o mês de setembro Virginia começou a sentir mais fadiga um cansaço natural da gravidez, mas a alegria sempre sobressaía a este cansaço. O casal sabia que a festa era dos dias onze aos dias quatorze do referido mês, e que o parto era esperado para o mês vindouro, lhes deixando mais tranquilos para receber a seus convidados.
 
    Desprovida de acompanhamento médico e das famosas ultra-sonografias, que naquela época eram conhecidas somente pelo nome, Virginia e Carlos não sabia ao certo o sexo do bebê, nem mesmo o período de gestação, somente presumiam a data do parto pela contagem das semanas. Através desta contagem esperava-se que a criança nascesse no mês de outubro.
 
    Com todo este cuidado o jovem casal se preparou para a festança, mas mal podiam eles saber a peça que o destino tinha lhes reservado.
 
    Chegou o dia tão esperado; e os parentes de Virginia e Carlos já se encontravam em sua casa, dando-lhes durante este período de três dias, o orgulho de hospedarem aos seus.
 
    O dia quatorze era o cume da festa e Livramento, não parecia nem um pouco com aquela cidade pacata do interior. Suas ruas se iluminavam pelo clarear das velas acesas em imensas peregrinações, no acompanhamento das procissões religiosas, na qual se referenciava o padroeiro milagroso em suas crenças, o Senhor Bom Jesus do Livramento.
 
    Virginia e Carlos esperavam por este dia ansiosamente.
 
    Para Carlos havia um ingrediente a mais na espera, pelo fato que ele era um religioso virtuoso e um dos membros da irmandade que coordenava toda aquela festa e sua multidão, para que tudo acontecesse sem que houvesse quaisquer transtornos.
 
    O casal estava festejando e contente com os acontecimentos, pois era a primeira festa que passavam juntos e continha também a alegria da espera do filho, eles só não podiam imaginar que as ansiedades a respeito da festa e da espera do filho acabariam juntas.
 
    No decorrer do dia doze de setembro, Virginia estava se sentindo um pouco indisposta, pressupunha-se que o cansaço era efeito dos preparativos da festa.
Com a indisposição, Virginia recolheu-se em seus aposentos mais cedo do que de costume, apenas com o pressuposto que iria deitar-se para descansar.
 
    Carlos neste momento se encontrava em seus afazeres religiosos e festeiros, só de madrugada era sua previsão para retornar a sua casa, após terminarem todas as cerimônias religiosas.
 
    Ao retornar a sua casa, Carlos preparou-se para ir descansar, pois a sua maratona religiosa continuaria no dia seguinte. Foi neste momento que ficou sabendo da indisposição da esposa, porém Virginia ao deitar-se teve seus sintomas incômodos sanados por si só.
 
    Ao amanhecer do dia treze, era de costume orquestras regionais acordarem toda cidade com suas sonatas e hinos de louvor.
 
    O dia ia decorrendo normalmente, até então sem nenhuma surpresa aparente, mas para Virginia e Carlos a surpresa maior ainda estava para acontecer.
 
    As ruas de Livramento iam-se preparando para mais um dia de festa e cerimônias.
 
    Carlos já se encontrava pronto para voltar à igreja, foi na hora que ele deu o beijo de despedida em sua esposa, quando notou que algo de diferente estava acontecendo com Virginia.
 
    Ela começou a reclamar de fortes dores abdominais, porém não tinha nenhum sangramento nem secreção do líquido uterino, para que se achasse que a bolsa tinha rompido...
 
 
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    Editora Saraiva:     www.livrariasaraiva.com.br/produto/6847270/instinto-de-sobrevivencia

 

A todos meus amigos leitores boa leitura e obrigado pela visita.

 

                             

  Todos os direitos são reservados ao autor, conforme artigo ( lei 9.610/98).



 



 

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