História da Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova – ALEPON

História da Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova – ALEPON

        Corria o ano de 1994 e a cidade de Ponte Nova progredia no Comércio, na Saúde e na Educação, em dezenas de escolas públicas e particulares, SENAI, APAE, além de duas faculdades: a FAVAP (Faculdade do Vale do Piranga) e a FACCO (Faculdade de Ciências Contábeis de Ponte Nova). 

        Na área da Saúde, já havia na cidade dois grandes hospitais, centros de referência na região da Mata: o Nossa Senhora das Dores, o mais tradicional, localiza-do no Centro da cidade, e o Arnaldo Gavazza Filho, no bairro Guarapiranga, na praça D. Helvécio. 

        Ponte Nova, desde épocas remotas, foi um reduto de escritores, poetas, músicos, pintores, artesãos, do-ceiras e quitandeiras, principalmente a nossa goiabada cascão, conhecida internacionalmente e cantada por João Bosco, nosso maior músico-poeta, na sua magis-tral música Rancho da Goibada, que é um cartão de visitas para a nossa cidade. 


        Mas ao relembrarmos a década de 90, não pode-mos nos esquecer o interesse de professores e entida-des para conservar e incrementar os valores e raízes culturais em nosso meio. 

        A cidade crescia em sentido inverso ao centro histórico: Palmeiras, Guarapiranga, Vale Verde, Para-íso, Rasa, Cidade Nova, Novo Horizonte, para abrigar o aumento de habitantes. Uma vez que já demos uma ligeira pincelada sobre a última década do milênio em Ponte Nova, vamos ao ponto que nos interessa em relação ao assunto a ser desenvolvido: a História da ALEPON – Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova, desde sua fun-dação em 1994, passando pelos nove presidentes, com nomes e datas a respeito deste sodalício, até os dias atuais, às vésperas de completar, no mês vindouro, seus 20 anos bem vividos de uma frutífera existência artística no meio do povo ponte-novense. 

Virando as páginas da História ao contrário, es-tamos no ano de 1973, quando mudou-se para Ponte Nova, com sua esposa e filhos, o professor de Português, Kleber Rocha, nascido em Miracema-RJ, trazendo na bagagem o sonho de fundar uma Academia de Letras em Ponte Nova para agregar, associar escritores, po-etas, artistas, com o objetivo de desenvolver a arte de ler e escrever, para difundir a cultura em nosso meio.

 

Lembro-me, como se fosse hoje, de uma visita de Kleber em minha casa, com um livro de atas para assinaturas: 
 

- Ludovina, estamos fundando a Academia de Letras em Ponte Nova e convido-a a participar como sócia-fundadora.
    

    Pensei um pouco, resolvi aderir, pois percebi que o sonho do professor era grandioso, arrojado para tor-nar realidade sua ideia brilhante: associar escritores para desenvolver a Arte Literária, como expressão do Homem no seu Tempo/Espaço, eternizando a cultura, as crenças, valores, religião, enfim, o “modus vivendi” da época, retratando a humanidade de modo geral e do homem ponte-novense, em particular, filhos da Princezinha da Zona da Mata.
        Kleber elaborou toda a parte burocrática para fun-dar uma Academia, como Estatuto, Regimento, Livros de Atas e outros documentos afins. Assim, o incansável professor arrebanhou adeptos um a um, até conseguir numa cartada de mestre fundar a Alepon em 13 de ju-nho de 1994, com 20 acadêmicos-fundadores, conforme foto abaixo e texto da Folha Z, suplemento da edição 301, de 5/11/1994 do jornal Folha de Ponte Nova. 
    E assim caminhava a Alepon com duas reuni-ões mensais, uma de estudo e outra ordinária, para iniciação dos acadêmicos nas normas da Academia e ampliação de conhecimentos linguísticos e literários.

 

Em pé, os acadêmicos: Salvador Ferrari, Itaborahy, Lindaura 
Primavera, Hilka Pires, Kleber Rocha, Miracy Ferreira Real, 
José Camilo Filho, Luciano Sheikk e Ricardo Motta. Sentadas: 
Ludovina, Lindauva Fonseca, Dorothéa Bernardes, Maria 
Mazarelo e Neuzinha Kneip. Foto publicada no jornal Folha 
de Ponte Nova em 05/11/94 - Folha Z

 

    É bom lembrar que nestes momentos iniciais a Alepon funcionava no Prédio do Sindicato Rural de Ponte Nova, que nos acolhia com carinho e atenção. Lembramos ainda, que o professor Kleber foi o 1º Presi-dente da Alepon, elaborava o Informativo, a correspon-dência, mantendo assim a interação da Academia com suas co-irmãs, órgãos públicos, escolas, instituições, enfim, divulgando-a na cidade, ganhando o respeito e admiração dos ponte-novenses, que aplaudiam os eventos dos saraus e sessões solenes. Passemos agora aos vários presidentes da Alepon e fatos mais importantes de sua fundação em 13 de junho de 1994, até os dias de hoje, 2014, às vésperas de seu 20º aniversário.

 

 

O 1º Presidente foi o fundador Kle-ber Rocha (1994-1996).
Ele deu o impulso incial na Aca-demia, conseguindo espaço para seu funcionamento, liderando saraus e abrindo-a para a participação da co-munidade. 

O 2º Presidente foi o acadêmico Salvador Ge-raldo Ferrari.
Médico e escritor de sólida cultura humanística,poeta notável. Sua gestão foi de 1996 a 1998. Participou na I Bienal do Livro em Viçosa, realizada em 25 e 26 de setembro de 1997, organizada pela Academia de Viçosa, com participação da Alepon e da Academia de Letras de Visconde do Rio Branco.

        O 3º Presidente foi o acadêmico escritor e cro-nista José Camilo Filho (1998 a 2000).

        Dinâmico e batalhador, colaborou para a realização de feitos notáveis, dos quais falaremos em seguida. Neste mandato, houve o lançamento da 1º Antologia da Alepon. A II Bienal do Livro foi realizada em Ponte Nova, no Esporte Clube Pontenovense, no período de 27 a 28 de outubro de 1999, em interação com as academias de Viçosa e Visconde do Rio Branco, com o apoio do sindi-cato dos escritores de Minas Gerais, com a participação de várias editoras, como a Mazza Edições, a Eldorado, a Graffcor, de Ponte Nova, entre outras. No encerra-mento, tivemos a honrosa visita do escritor Vivaldi 

Moreira, presidente da Academia Mineira de Letras.

 

 

Outro acontecimento relevante foi a homenagem e concessão de Medalha de Honra ao Mérito prestada ao cônsul de Portugal em Minas Gerais, Dr. Silviano Ferreira Leite, no dia 6 de maio de 2000, em comemo-ração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. 
O evento foi realizado no ginásio coberto do Es-porte Clube Palmeirense, com o comparecimento de autoridades, acadêmicos, convidados, com extensa programação lítero-musical, danças, discursos e de-clamação de poemas.

 

 

 

A 4ª Presidente foi Hilka Pires Barcelos, de 2000 a 2002. 
Musicista, poeta e cronista, pro-fessora de Português da FAVAP, assume a presidência no período acima, conti-nuando o trabalho de seus antecessores com sucesso e criatividade, como os sa-Acadêmicos da Alepon na II Bienal do Livro, em 1999 13 raus e as sessões solenes. No dia de sua posse houve o lançamento do livro “Vozes de Rua”, da acadêmica Ludovina Pires. 
Em sua gestão, em 28/02/2001, aconteceu a inau-guração da sala “Acadêmico Kleber Rocha”, em sessão solene na antiga sala da prefeitura municipal. 


    A 5ª Presidente – Período 2002/2004
Assume a presidência no período acima a acadê-mica, poeta e artesã Marisa de Castro Godoy. Além dos predicados acima, é professora de Francês, Espanhol, Inglês e Italiano. Seu feito mais notável foi a criação do Concurso Literário Prof. Mário Clímaco, que vem acolhendo poetas e cronistas de várias partes do país e descobrindo uma infinidade de talentos.


    O 6º Presidente – Período 2004-2006
Período presidido pelo acadêmico Ivani Damasce-no, poeta e cronista, major aposentado da PM, conti-nuando os trabalhos de seus antecessores com carinho e dignidade. Teve papel importante na homenagem ao cônsul de Portugal realizada pela Alepon. É de sua autoria o hino da Academia, musicado pela acadêmica Wilza Mayrink. Nesse período, a Alepon deu início ao “Suplemento Literário Entrelinhas”, em 02/12/2005, com uma página no jornal “O Município”, na última semana de cada mês.


    A 7ª Presidente – 2006-2008 
A acadêmica escritora e poeta Ludovina da Concei-ção Aparecida Rodrigues Pires assumiu a presidência da Alepon no final de 2006, para o biênio acima e lutou com a falta de espaço para o funcionamento da Acade-mia, cuja sala havia sido solicitada pela Prefeitura. Os arquivos foram acolhidos pela presidente em questão, pela secretária Marisa Godoy, pelo prof. Kleber e os livros e o que sobrou dos móveis foram acolhidos pelo espaço do Sindicato dos Bancários de Ponte Nova, através do seu presidente José Carlos. Mas nesta época acontece a modificação do Estatuto da Alepon, para a inclusão de artistas de outras linguagens, como teatro, música, pintura, dança, folclore, entre outros, abrindo o leque para interagir com variadas áreas artísticas. Foi um período de transição de espaços para a Alepon, quando a Prefeitura de Ponte Nova solicitou a sala ocupada pela Academia, época em que passamos a nos reunir em sala da FAVAP, gentileza do diretor Luiz Raimundo de Oliveira.
Outro acontecimento notável foi a participação no sarau “Chá com Poesia”, em parceria com a Secre-taria de Cultura em 2007/2008, na própria Secretaria, evento em que músicos, declamadores, contadores de história, cantores, participavam, interagindo entre si.


    O 8º Presidente – 2008-2010
O acadêmico fundador Kleber Rocha foi eleito no-vamente para o período acima. Kleber, de novo na pre-sidência, deu sequência aos saraus, sessões solenes, ao Informativo Alepon, com sua coluna “Intercâmbio Cul-tural”, apoio ao Suplemento Entrelinhas, página men-salmente anexada ao jornal O Município, que teve seu último número em final de 2010. Cuidou com esmero da parte burocrática da Academia e da correspondência. Em 2009, publicou a 2º Antologia da Alepon. A Alepon participou em 2010 do Festival de Inverno, promovido pela Secretaria de Cultura de Ponte Nova em vários momentos, com destaque para o sarau lítero musical. Neste mandato foram diplomados sócios benemeri-tos: Carlos Bartholomeu, João Brant e Lindaura Primavera.


    A 9ª Presidente – 2010-2012
Foi eleita Wilma Maria Quintiliano de Oliveira, acadêmica-poeta. Continuou os trabalhos anteriores, como saraus e sessões solenes, mas inovou, lançando o projeto “Circulando a Poesia”, realizado em praças públicas, calçadões, Shopping Lanna e em outros mu-nicípios, como Rio Doce, Mariana, Acaiaca, Guaraciaba, Sericita, entre outros, levando a literatura, a poesia para ambientes de rua e bairros periféricos da cidade, como Triângulo e São Pedro. Deu início às oficinas de poesias, como a de al-dravias, nova forma de poesia que está se espalhando pelo país e pelo exterior, como Portugal e Espanha. Wilma foi reeleita para o período de 2013-2014, pelo seu dinamismo e disponibilidade para com a Ale-pon. Através de projetos bem elaborados para o Fundo Estadual da Cultura, a presidente conseguiu verba para a pesquisa que resultou no livro “A História da Literatura em Ponte Nova”, lançado no final de 2013, na sessão solene por ocasião do aniversário de Ponte Nova. Houve também o lançamento em Belo Horizon-te, na Biblioteca Luiz de Bessa, como cumprimento das metas do Projeto apresentado ao Fundo Estadual de Cultura. O livro foi distribuído também em Portugal e Espanha, em recente viagem da presidente Wilma, com apoio da Secretaria de Cultura de Minas Gerais, para participação no lançamento do Livro II das Al-dravias, publicado pelos aldravianistas de Mariana. 

    Além disso, a Alepon conseguiu nesta gestão apoio do Fundo Estadual para o lançamento desta 3ª Anto-logia, para o Livro das Aldravias em preparo, e para publicações de alguns acadêmicos. Outro fato notável foi conseguir para a Alepon dois títulos inéditos: lei nº 19844 de 5/12/2011, que declara a Academia como entidade de Utilidade Pública Estadual, e pela Portaria nº 610, de 21/02/2013, tornou-se entidade de Utilidade Pública Federal. A direção atual interage com as Academias de Mariana e com a de Manhuaçu para intercâmbio e crescimento mútuos. Aconteceu em 16/12/2011 a inauguração da sala da Alepon, com assinatura do termo de cessão de uso pelo prefeito municipal João Antônio Vidal de Carvalho.
 

    Em 2011 foi instituida a Comenda Dr. Ferrari. O primeiro (2011) e segundo Encontro de Escritores (2012) constantes da agenda do Festival de Inverno, tiveram expressiva participação da Academia. No primeiro, foram palestrantes: J.B Donadon e Luciano Sheikk. No segundo, foram conferêncistas as acadêmicas Ludovi-na Pires e Miracy Real.
Ainda em 2011, teve início o projeto Circulando a Poesia. Saraus Itinerantes foram realizados.

 

José Camilo Filho, Luciano Sheikk, J.C. Itaborahy, Miracy Real, Ludovina Pires, Júlio César N. Gomes, Dorothéa B. P. Coelho, Lindaura Primavera, Hilka Barcellos, Catarina Reis Fois, Lilá Mucci, Neuza Kneip, Kleber Rocha, Salvador Ferrari, Ivani Damasceno, Amélia Pinto Coelho Gomes, João Onofre de Oliveira, Ana Maria R. F. Ribeiro, Mário Clímaco e Silvio César. Em sessão comemorativa dos 5 anos.

 

 

 

Marcos Institucionais

• Fundação da Academia: 13 de Junho de 1994
• A ALEPON tem o CNPJ Nº 000.371/0001-09 e Reg. nº 568 no Cartório Mauro Ribeiro.
• Reconhecida de Utilidade Pública pela Lei Mu-nicipal nº 2135 de 18/12/96 
• Utilidade Pública Estadual pela Lei nº 19.844 de 05/12/2011
• Utilidade Pública Federal pela Portaria 610 de 22/02/2013.
• O Estatuto da Alepon foi publicado no Minas Gerais de 15 de setembro de 1994
• Primeira Modificação no Estatuto: publicação em 30/06/2007, passando a Academia de Le-tras, Ciências e Artes de Ponte Nova.
• Segunda Modificação: Por exigência do Minis-tério das Justiça, explicitou-se: “Os acadêmicos não têm salários remunerados pela Acade-mia, nem a diretorias ou outros membros da entidade”. 
• O patrono é Santo Antônio.
• Aquisição de movéis e equipamentos, com ver-ba de projeto aprovado pelo FEC-Minas Gerais.

Certificados e Comendas

• 1998: Certificado Personalidade do Ano, ho-menagem especial do promotor de eventos Olegário Lopes Neto, em 20/03/99.
• Destaque do Novo Milênio, concedido à Alepon, por Olegário Lopes Neto, em 26/11/99.
• Honra ao Mérito à Alepon, Orgulho de Ponte Nova – 2001, concedido por Lanna Publicidade.
• Certificado - Grupo Afro Ganga Zumba, 21 de fevereiro de 2003.
• Certificado do 2º Salão Literário de Ponte Nova, realizado em 26 de setembro de 2008, Colégio Salesiano Dom Helvécio. 
• Certificado e Medalha de Ouro, Academia de Letras do Brasil/Mariana, no dia 22 de Outubro de 2011. 
• Personalidade Pontenovense 2012 - Homenga-em Especial.
• Prêmio Xeleco 2014: Pela Publicação da obra A História da Literatura em Ponte Nova, em 26/04/2014. 
*Ludovina da Conceição Aparecida Rodrigues Pires é for-mada em Letras (FAVAP), Educação (PUC-MG), Pedagogia 
(São João del Rei). Ex-Presidente da Alepon.

 

 

Fonte: ALEPON - Ponte Nova

 

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