À Flor da Pele de Simone à Poesia.

À Flor da Pele de Simone à Poesia.

        Como o nascer de um bulbo de uma planta que se abre e exala seu aroma na maturidade da flor; hoje nos brinda com sua página e seus trabalhos, a poetisa Simone Medeiros e a sua Fan Page, À Flor da Pele de Simone à Poesia.

    " À Flor da Pele de Simone à Poesia - escritos em formas de versos e rimas exalados à flor da pele de uma mulher amante dos poemas e poesias de todos os poetas no cosmos."

        Assim como a própria autora descreve a apresentação de sua página, convido aos amigos para conhecerem comigo alguns de seus trabalhos abaixo descritos da copla de sua Fan Page.

Um Recado de Amigo

Bom início de semana, amigos!
Que venha toda embrulhada de presente.
A cada embrulho revelado,
Uma surpresa boa que chega em sua vida.
Alegria na segunda,
Perseverança na terça,
Resignação na quarta,
Esperança na quinta,
Realizações na sexta,
Confraternizações no sábado,
Agradecimento no domingo pelos presentes recebidos.
Um sorriso no rosto sempre conquista um amigo.
Palavrões descartados sempre revela boa conduta.
Apetite moderado, boa saúde não é sinal de gordura,
Coração apaixonado sempre trás saudades futuras
Amizade sabendo cultivá-la, bons amigos terá
Aqui faço a minha parte no meu jardim
Rego tudo com muito carinho
Sabendo que todas as rosas são perfumosas, mas,
Tem lá os seus espinhos como adornos,
Só é preciso saber pegá-las com jeitinho
Pra não espetar e sangrar os teus dedinhos.

 

Simone Medeiros

 

 

Foto: Internet

 

Um Recado à Alma

À alma, se retém a maneira certa de olhar o outro como um todo
Visualizando através do descortinamento do orgulho e do ego,
É possível vislumbrar o quanto há beleza dentro d'alma dos mortais
Experimente ver a vida com o coração e não com os olhos somente,
Há certos momentos, em que é preciso dispensar os olhos materiais,
Pois, há mais clareza a revelar quando visto 
O mundo mágico do coração.
De dentro para fora, do mundo do coração-alma, 
Daquele que vê além da matéria
Do que simplesmente com este par de olhos 
Que só vê o que mais no momento, lhe convém.
Pensemos nisso, pratiquemos a leitura do coração.
Nele há poções mágicas que irão nos levar ao paraíso, e,
Quiçá, em outras veredas, encontrar o amor perdido,
Ou aquele amigo mascarado de mendigo, nas ruas,
Implorando por um olhar dirigido aos teus,
Praticando a Lei de Amor no momento em que você 
À ele estenda os teus braços em comunhão sem ostentação,
E o ajude de pronto, valorizando-lhe como humano,
E sem perceber de imediato, verás que teve na vida a nova opção,
De ajudar a quem precisa de fato, como seguiu a orientação,
Porque saber ouvir a voz que vem de dentro do coração,
É reconhecer a intuição vinda do coração de Jesus, 
Alertando-o a favor de teu irão.e,
Descobrindo que não somente neste ato,
Foi-lhe dada aquela visão sem importância àquele irmão.
Mal sabemos nós, que quando assim Jesus nos chama,
A boa lição Ele nos ensina que a caridade bem sentida,
É remédio e cura para toda e qualquer alma perdida.

 

Simone Medeiros

Foto: Internet

 

 

Busca infinita

Sou fera ferida.
Sou alma perdida
Procurando o meu amor
Seja por onde for
Não importa se leva tempo,
Meu coração é paciente.
Não importa se ele é branco,
Muito menos negro ou sem cor.
Quero que apenas dele tenhas o coração colorido,
Cores contidas e refletidas a mesclar-me os sentimentos
Anunciando as telas perfeitas, o sonho de todo artista, que por conquista
Das obras pintadas espatuladas, as que retratam a vida amada
Das pinceladas majestosas, bem postas em cada canto da vida, da tela mental,
A cada nova tela vital, entre tuas entranhas, sou meras artimanhas,
Avançando-te e descobrindo os teus mistérios a revelar
Nunca antes nesta terra vistos, nem tampouco, descobertos, 
Quero poder ser eu a ponta do teu lápis, tuas inspirações a descrever,
Histórias amorosas de nossos dias, mesclando a realidade e poesia,
Quero ser eu tua mais bela musa inspiradora a que te seduz e te conduz
Aos caminhos de teus versos e rimas, entre prosas e provas e climas,
Quero ser para sempre tua menina, teu mel e tua piscina
Te encher de luz e alegria, nela poder brincar, te fazer feliz, 
Com aquele ar ligeiro de meretriz para que nunca falte em tua vida, 
O bom do amor de uma eterna poeta amante do amor-aprendiz
Um amor assim como o meu e o teu, um amor sem limites,
Que reflete do mais puro e singelo sentimento, trazendo à tona, 
Todo o pão sublime de tê-lo pra sempre 
Em meu convívio, como alimento que fortifica-me a alma e corpo
Como o maior de meus amores, meus pendores,
Um conto de fadas trazido à realidade tua e minha,
Envolvendo-nos em fantasias, bruxarias e encantos, 
Entretanto, seremos sempre os mesmos magos do destino,
Poetas sem fronteiras sem o tino, e o juízo para testar,
Os brilhantes a lapidar, como dois jovens amantes 
Brutos brilhantes a cintilar dos anéis a ofuscar o brilho do teu olhar, 
A promessa dita antes no altar.
Entrelaçando sentimentos, eternizando elos interligados em cada renascer.
Assimilando comprometimentos entre passado e presente,
Que num tempo remoto, prometemos frente à presença divina,
Ter a fidelidade como promessa,
Ser como a relva e o relento, acolhendo a bruma ao alento
O abrigo como afago, tendo o pão-amor como o sustento,
Acolher no coração do outro, toda dor e sofrimento,
Dissipando aos quatro ventos, assim se define nós.
Esse amor que não se apaga, nem com as fortes tempestades do vento,
Não se desfaz com o tempo, não enferruja entre as curvas
Pois nosso amor é como o aço, é durável, é forte e perdura
No breve momento que eu aqui escrevo estes versos mal rimados
Mas aqui permaneço, nesta terra do bom Deus,
Onde o AMOR inda é raro, entre muitos que aqui estão...
Pois amor assim como o nosso, nem tente entender,
Só se encontra em outros poentes, muito além dos horizontes,
Como o nascer do Sol, se finda em outros Planetas e cometas
O brilho da Lua lá, é estação lunar entre os amantes,
Somos o ar e a terra, a terra sem o ar, não há planta que se vingue, 
Pois o ar que eu respiro vem do amor que tu me inspira
A terra serve-nos de solo firme, para que não pereça e tu não me esqueças.
O amor bem vivido é eterno, são retomados por recomeços 
Entre tantas reencarnações, resultados das buscas infinitas, 
Das teias arquitetadas pelo tempo já descrito e prescrito no alto do infinito
Planetas e cometas; estrelas e partículas de todo o Universo sideral
Universidade do AMOR DIVINO, dela, somos alunos, aprendizes no geral,
Somos Espíritos livres de arbítrio, porém, 
Idades sem limites, somos velhos imortais seguidores do destino da moral
Por você, meu amor, eu espero o tempo que há para mim concedido,
Não sei se vivo ainda muitos anos, mas aguardo incansavelmente por este dia,
Do reencontro marcado, a nós dois, no pretérito prometido.
Ao teu coração, ouça de pronto um recado por telepatia,
Para esta vida, nele sempre terá guarida,
E em resposta ao meu coração, 
Guarde com carinho e atenção, 
Tenha sempre a certeza que de ti 
Ele nunca se esqueceu.

 

Simone Medeiros 

 

Foto: Internet

 

 

 

Assim Renasce o Amor

O amor é um sentimento que, por vezes,
Nos coloca em situações imprevisíveis.
Como, pude imaginar que tal sentimento
Fosse renascer assim, em tal momento?

E agora, o que faço dele, já que quem a fez a proeza,
Está há milhares de quilômetros distante de mim,
E o que decido, então? Arranho de leve esse coração,
Ou o deixo por conta do momento, como barco em movimento,
Navegando em águas misteriosas aguardando o breve toque,

Da trombeta: o toque que alerta que o coração já se desperta,
Jogo de Damas a entrecortar as paredes envelhecidas,
Recordações de tempos outros, rememorando Manu,
Minha namorada primeira, minha musa, o meu viver.
Tampouco, o tempo passa, e lá vem você no meu menu.

Me chamando de: "meu cheiro", "meu dengo" , 
Ah, Manu! Como foi bom o tempo ao teu lado!
A belezura, a formosura do teu olhar, teu corpo esguio de estontear,
Inda guardo nas lembranças cenas nossas vividas, esmaecidas.

Hoje a vejo por entre telas, vislumbrando-a com total vigor,
Degustando-a a longo prazo, no abstrato, do meu pobre monitor.
No fino trato com as mulheres, sempre fui o Dom Juan
Nos tempos de menino, me recordo, Manuela era bonita,
Era faceira e interessante, atraía os jovens tolos, aprendizes de amantes.

Aos teus encantos de donzela, rapazes e raparigas,
Ambos tinham a inveja, da beleza do teu nome, Manuela.
Manuela para outros, à mim, "Manu". Era como eu a chamava.
Apelido doce que eu lhe dera logo no primeiro encontro.

Ah! E o andado de Manuela, era o que eu nela mais gostava,
Tinha pinta de madame, tinha o fino tato do veludo, meu jugo.
De pele morena à dourada, Manu desfilava com altivez,
Retirando a boa temperança dos olhares invejosos.

Degustando o sabor da inveja engasgou em venenos mortais.
Não sabiam eles engolir, decidiram nela cuspir, 
Maldisseram a Manu, escorraçando-a de tua casa bendita.
Humilhada e exortada, a convenceram dali a sair.

E foi assim que a perdi, a Manu pelo Brasil.
Nunca mais ouvi falar, nem ao menos de mim se despediu.
Na calada em noite fria, a Manu juntou teus trapos e se mandou.
Nunca mais se ouviu falar, nem tampouco, ninguém a viu.

Meu coração parou de procurar, cansado ele ficou a esperar.
Uma carta ou telegrama, de Manu por dez anos ele esperou.
Até que um dia meu coração me disse: "basta de sofrer!"
E foi aí então que decidi mudar, procurar um outro alento a contar.

Bocado de anos se passaram, na vida só restou saudades.
E para alegria deste pobre e judiado coração, 
Não é que ele teve um piripaque quando a viu no seu telão,
Lá estava ela, a Manu, toda formosa como sempre,

Estava linda, minha musa, mas já era adulta e culta.
Era poetisa, bem que eu tive um sonho com Manu.
Sonhei que o bem à ela se sucedeu, pois, a vida sempre tem um fim
Que casa com tudo o que mais gostamos e com ela, foi assim.

Encontrou na poesia, teu maior recanto de riqueza,
Era a princesa do castelo; eram as tranças de Rapunzel,
Era Lancelot, o cavaleiro; era o Rei e a Rainha, a corte da realeza,
Era mágico o que ela dizia e escrevia, era Manu, a poetisa.

Do outro lado da telinha da TV, avisava aos teus amantes do escrever,
Que a bela adormecida acordara dos teus romances, e sorrindo 
Dizia que encontrara na Turquia, o teu guia, o xamã do teu viver.
E eu aqui, do lado de cá, tão longe a te espiar, curtindo e sentindo 

O coração fraco a bater, anunciando o renascimento
De vê-la só por breves instantes, quando o dia se faz noite,
E do lado de cá, quando a noite se faz o dia, somos o Sol e a Lua.
Separados por entre mundos casuais, virtuais, em tempo real

Pois para ela, eu, já não existo, sou ficção, sou irreal
Irreal, eu não posso dizer, mas, o que sinto no peito é real e vive.
Que insiste em te chamar, tendo a distância a machucar,
Um coração já tão sofrido que inda insiste em te amar.

 

Simone Medeiros.

 

Foto: Internet

 

 

 

P E R D Ã O

"Perdoar"...
Porque é tão fácil de se pronunciar
E tão difícil de se praticar?
Porque é tão fácil aconselhá-lo
Do que simplesmente tomarmos como lição?
Fácil para os outros dizerem...
Difícil para nós acatarmos.

Perdoar vai muito além do que esquecer
Perdoar é retirar do peito toda a mágoa
Retirar de vez aquela casca grotesca
Que tapa a ferida temporariamente
Mas ao menor arranhão, lá está ela à mostra...
As mágoas escondidas que dói e ainda machuca
Quando se lembra do fato, relatos ao vento
Pessoas que passam o mesmo tormento
Tornamos eleitores do maestro que rege nossas vidas
Com marcas marcadas, cicatrizes profundas
Perdão... é preciso sim, perdoar.
Mas, a quem primeiro vale o ato?
Nós, por que fomos falhos nos atos e palavras,
Ou devemos perdoar ao outro pelo troco malgrado?
E o que pensar quando se diz a si mesmo: "Eu perdoo fulano"...
Não. Você não perdoa cem porcento..
Consegues ficar amigos sem rancor?
Consegues ter em tua casa o amigo traidor?
Consegues tê-la como amiga, a mulher que te arruinou?
Consegues tê-lo como amigo, o homem que te humilhou?
Consegues desejar-lhes o bem, quando este o feriu?
Não. Não sabemos perdoar. 
Não aprendemos ainda a perdoar. 
Dizemos da boca para fora. É mais cômodo.

Vamos encarar!
Não adianta ler, ouvir, 
Nem tampouco, estudar sobre a lição do perdão!
Se nem ao menos, aprendemos a amar simplesmente,
O nosso irmão carente, que vive largado
Nas ruas, nas sarjetas, chorando por um bocado de gorjetas!

Não aprendemos a perdoar coisas banais, cotidianas.
Gritamos feitos loucos desvairados, nos trânsitos caóticos.
Esbravejamos e xingamos irmãos nossos em comunhão com o Cristo!
Ironia do destino, hipocrisia de uma sociedade careta e selvagem.
Somos meras gavetas ambulantes guardando tudo na mente,
Somos bois ruminantes que enojamos a Língua Portuguesa.
Somos escravos inconscientes, delinquentes da matéria apodrecida.
Do orgulho ao amor ferido, do egoísmo, 
Da ganância ao poder absoluto, que não perdoa ninguém.

Somos pais do amor próprio que ganha na frente em disparada,
Atropelando e distorcendo tudo o que sai e entra ao coração
Sem ver ao menos a chance de reconciliar com o inimigo, 
Que pelos desígnios de Deus, Ele diz ser teu irmão.
Não percebes que o destino é correto e sempre deixa à nossa mão
As oportunidades a baterem à nossa porta, como um chamado à remissão?
Somos surdos nestas horas, ah,.. e como somos!
Não temos a noção da extensão da grande lição ao perdão,
Fechamos em copas, a sete chaves, e jogamos as chaves fora.
Destruímos de vez toda boa ação, somos inúteis ao perdoar.
E aí, o que nos resta é repetir o "tudo", outra vez...
Aqui na Terra é assim, sempre é lição, é escola de vidas e para a vida
Somos nós, alunos repetentes tomando juízo, retomando a lição.
Livre arbítrio que nos concede a escolha exposta, a contraproposta
De tentar tudo outra vez, mas com a certeza de fazer direito, desta vez.
E descobrir que é chegado o tempo, o acerto de contas, afinal de contas,
Entre eu, você, e os "outros", somos espiritualmente, uma grande família.
E estamos aqui hoje e agora para aprender uma grande lição: 
Conceder o P E R D Ã O de vez aos inimigos, reconciliarmos
E amá-los como a nós mesmos, como gostaríamos que assim o fosse.
Será hoje possível o sucesso desta nobre lição?
Eis que o tempo é a cura que abençoa e doa oportunidades a cada amanhecer,
Chamando teus filhos à luta a subir mais um degrau
Na escala da nossa vida terrena, a tão sonhada, 
E V O L U Ç Ã O.

 

Simone Medeiros 

 

Foto: Internet

 

 

 

 

Convidamos a todos os amigos e leitores para conhecerem o trabalho desta Poetisa que abre seus poemas e seu coração para o mundo, Simone Medeiros, através do link: www.facebook.com/pages/%C3%80-Flor-da-Pele-de-Simone-%C3%A0-Poesia/493224124146487 curtam a Fan Page e apreciem seus trabalhos.

 

A todos os amigos, obrigado pela visita e fiquem com Deus.

Escritores Convidados.

Isaías Medina López

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Artigos literários por Eduardo Garcia.

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Revisora.

  Nádia Maria Corrêa Gonçalves  

Assessora de Comunicação Bilíngue.

Assessora de Comunicação, Bilíngue. Rosilene Alessandra. S. A. Email. leandrocalves@hotmail.com    

Leandro Campos Alves

         Leandro Campos Alves é natural da cidade mineira de Liberdade, nasceu em 02 de julho de 1972.           'Portador de uma deficiência conhecida por Dislexia, um transtorno genético de linguagem que, estima-se acometer até 17% da...